Seja qual for sua área, assumir um cargo de gestão não é uma tarefa simples. Abandonar o papel de executor e assumir uma posição em que as pessoas esperam que você as direcione é uma atividade que amedronta até mesmo os mais experientes — e o desafio não encerra por aí.

O gestor precisa encontrar formas eficientes de administrar as tarefas do departamento, motivar seu time, conciliar os interesses da Diretoria à capacidade de produção da equipe, fornecer o feedback e até mesmo demitir. Para executar tudo isso, o apoio de alguém mais experiente faz toda diferença. Por isso o mentoring tornou-se tão popular no Brasil e no mundo.

O processo é similar ao coaching, o mentor, a partir de suas experiências, apresenta dicas, orientações e questionamentos que impulsionam o mentorado a modificar sua postura e assim atingir os resultados que almeja para si e para a organização em que atua.

Para que você também possa usufruir dos benefícios de um mentor, confira este artigo pois, nas próximas linhas, estão descritas a definição clara do que é o mentoring, como ele auxilia na sua carreira e vida pessoal e quais as opções disponíveis no mercado. Leia atentamente, faça anotações e considere contratar um profissional para auxiliá-lo em sua carreira.

O que é mentoring?

Como mencionado na introdução do presente artigo, o mentoring não é um processo de liderança, em que alguém determina o tipo de jornada que você deve seguir para atingir seus objetivos.

Ao contrário, o mentor não impõe verdades: a partir da experiência que obteve ao passar por uma situação semelhante a sua, ele apresenta orientações e questionamentos, que desafiam você e o inspiram a encontrar soluções diferenciadas e específicas para seu caso.

Para tornar mais palpável o papel do mentor, vejamos o caso do Pedro, analista de uma empresa de tecnologia, que, após um ano com excelentes resultados e entregas superiores à média dos colegas, fora promovido a um cargo de gestão em um grande projeto da companhia. Pedro não poderia estar mais empolgado, afinal, aquela promoção era o reconhecimento do trabalho bem feito no cargo anterior.

Contudo, apesar de ser muito produtivo e dominar a linguagem de programação com a qual trabalhava, Pedro não estava preparado para coordenar uma equipe de cinco pessoas e estimulá-las a fazer o mesmo que ele fazia antes da promoção.

O novo líder não sabia como orientar outros profissionais, tampouco cobrar de maneira firme e respeitosa as entregas fora do prazo. Fato que incomodava a diretoria e tirava o sono do gerente novato.

Nesse contexto, a Diretoria decidiu contratar um mentor profissional que, assim como Pedro, anos antes ascenderam de um cargo operacional para uma posição gerencial. O contratado vivenciou os mesmos desafios que Pedro, mas soube transpor as novas dificuldades, tanto que seu departamento entregou os resultados mais expressivos da empresa.

Por isso o mentor foi nomeado Diretor e posteriormente membro do conselho de administração da empresa em que trabalhava na época da promoção.

O mentor reunia-se com Pedro uma vez por mês e o questionava sobre os desafios que ele estava enfrentando no cargo. Ele ouvia atentamente os relatos, fazia questionamentos e apresentava como agiu ou agiria em uma situação semelhante. Ao fim dos encontros, questiona Pedro sobre qual seria a postura ideal no caso em específico.

Nesse exemplo fica claro o papel do mentoring como um momento de consultoria em que alguém mais experiente transfere por meio de questionamentos, dicas e desafios, conselhos relevantes para o mentorado construir um posicionamento consistente e de resultados.

Quais são as diferenças entre mentoring e coaching?

Contudo, apesar da clareza do exemplo, você pode chegar a uma dúvida: qual a diferença entre mentoring e coaching?

Esse segundo processo, mais popular no Brasil, como próprio nome já diz, se baseia na figura do treinador — o coach . Esse profissional utiliza métodos reconhecidos internacionalmente para ajudar o coachee — cliente — a compreender seus objetivos e traçar um planejamento passo a passo para alcançá-los. É como se o coach pegasse na mão do coachee e o levasse até seus objetivos por meio de uma rota estabelecida.

O coach ou treinador, assim como acontece nos esportes, não necessariamente traçou o mesmo caminho e atingiu os objetivos que o coachee almeja. Contudo, como um especialista, ele entende quais são as etapas fundamentais para estruturar um plano e executá-lo, seja qual for a área.

Por outro lado, no mentoring a experiência é um elemento indispensável e o mentor necessariamente tem uma história de sucessos ou mesmo de fracassos por meio da qual pode orientar o mentorado.

Em uma entrevista ao portal da revista Exame, Sidnei Oliveira, consultor e autor do livro “Mentoria: Elevando a maturidade e o desempenho dos jovens”, explica que existem três figuras fundamentais no desenvolvimento humano: o professor, o coach e o mentor. Figuras que podem estar inclusive centradas em uma mesma pessoa.

O professor é alguém que, em um estágio inicial de desenvolvimento, dá uma descrição clara e específica sobre como executar algo, como, por exemplo: olhe para os dois lados, verifique se não está passando nenhum carro, então atravesse a rua.

Já o coach é alguém que acompanha no processo. Ele pega a mão do coachee e, junto com ele, verifica que não existe nenhum carro próximo e só larga pulso do cliente quando ele está do outro da rua.

Por fim, o mentor é o instrutor que atravessa a rua sozinho e do outro lado diz “vem, se eu consegui, você também consegue”.

Ficou mais clara a definição? Caso queira saber mais sobre o desenvolvimento de habilidades leia o artigo da Passadori.

Quais são os tipos de mentoring?

Nesse ponto do artigo, você deve ter a clareza que o mentoring é um processo de orientação e transferência de conhecimento em que um mentor apresenta ao cliente seus aprendizados ao passar por uma situação semelhante àquela em que assessora o mentorado.

No entanto, existem formas diversas de realizar esse processo e, nas próximas linhas, estão dispostas as classificações mais comuns do processo de mentoria. Confira cada uma delas.

Mentoring formal e informal

A primeira e mais óbvia distinção é aquela que existe entre os mentores profissionais e os conselheiros que você adota ao longo da sua vida. No primeiro modelo, mesmo que não haja uma retribuição financeira, existe um ritual padronizado por meio da qual a mentoria é implementada. Um calendário de reuniões, com tempo pré definido e resultados esperados.

Por outro lado, o mentoring informal ocorre quando você encontra alguém dentro da sua empresa ou do seu círculo de relações que está ou esteve em uma posição profissional hierarquicamente superior a sua e está disposto a repassar alguns conselhos com base na própria experiência.

Esse segundo caso aconteceria, por exemplo, caso o Pedro, personagem do exemplo, contasse com o apoio do antigo gestor da área que assumiu. Em algumas reuniões esporádicas ou conversas durante o cafezinho, o antigo gerente apresentaria seus métodos para conduzir a equipe.

Mentoring interno e externo

O mentoring, no caso específico do processo organizacional, pode ser externo ou interno. Um deles caracterizado por mentor e mentorado fazerem parte da mesma empresa e o outro com base em uma figura externa a organização.

Ambos os modelos têm vantagens e desvantagens e é preciso avaliar qual a solução mais adequada para seu contexto profissional.

Por um lado, o mentor interno entende os processos, hierarquias e o modelo de negócios da sua organização com mais profundidade e pode prever entraves da cultura e administração interna a seus objetivos, bem como identificar as oportunidades específicas da sua empresa.

Em lado oposto, o mentor externo consegue olhar para as questões de forma holística e inovadoras e trazer contribuições do mercado diferentes daquelas que estão em vigor na sua empresa hoje. Esse profissional traz ainda a bagagem de outros negócios em que já atuou.

Mentoring horizontal

A relação entre mentor e mentorado pode ser ainda horizontal em que pessoas que vivem o mesmo contexto compartilham as vivências e os resultados sejam eles positivos ou negativos. Eles ainda trocam recomendações sobre como agiriam caso estivessem na função do outro.

Retornando ao caso do analista de tecnologia que fora promovido a gerente, uma possibilidade para a empresa seria constituir um grupo em que ele, juntamente de outros líderes que assumiram a posição recentemente, compartilhasse os aprendizados adquiridos na função.

Um dos pontos mais benéficos desse tipo de mentoria é a relação empática entre os mentorados e mentores que, como partilham do mesmo contexto, tem mais facilidade de se colocar no lugar do outro.

Além disso, por estarem na mesma situação e estágio, todos sentem mais facilidade em expor seus desafios e percalços, sem medos de julgamentos.

Orientação em grupos

A mentoria também pode ser um processo coletivo em que um mentor atua simultaneamente com múltiplos mentorados. Esse processo é muito comum no ambiente digital, em que profissionais de renome em áreas como gestão de pessoas, comunicação corporativa, empreendedorismo e tecnologia criam salas virtuais, nas quais compartilham com a plateia suas experiências, recomendações e respondem às dúvidas da audiência.

Esse tipo de sessão consegue simultaneamente absorver os benefícios de um mentor profissional e da mentoria horizontal, pois, um mentorado aprende com as dúvidas do outro.

Mentoring express

Sem a pretensão de esgotar as possibilidades de mentoring, existe a mentoria expressa. Nesse modelo de orientação, o mentor e mentorado tem um período reduzido de contato, muitas vezes em uma única sessão.

O grande benefício é agilidade, afinal, o mentor precisa em um curto espaço de tempo repassar o máximo conhecimento e, com isso, causa uma transformação grande o suficiente para ampliar a performance do mentorado.

Quais os benefícios do mentoring?

Seja qual for o modelo adotado para o processo, o mentoring tende a fornecer uma série de benefícios para todos os integrantes da relação: mentor, mentorado e empresa.

Confira abaixo os principais impactos de uma mentoria.

Melhoria de desempenho

A primeira e talvez maior expectativa de quem procura um mentor é a melhoria de desempenho, consequência clara da atuação desse especialista. Afinal, um dos requisitos fundamentais para o desenvolvimento de qualquer habilidade, seja ela gerencial ou de execução, é a experiência.

No mentoring você poderá beber de uma fonte com grande experiência para turbinar seu desempenho na carreira.

Redução de erros gerenciais e de operação

Da mesma forma, o mentor com sua expertise adquirida durante os anos de atuação na área, poderá adverti-lo quando você for empreender uma ação que certamente trará impactos negativos.

Claro, você não precisa seguir todos os conselhos do mentor, mas se você apenas se opor a ele quando tiver convicção em uma ação diferente da recomendada, os empreendimentos terão uma taxa de sucesso muito superior.

Partilha de Informações

A essência do mentoring é a partilha e tanto o mentor quanto mentorado acabam evoluindo em sua carreira e habilidades pessoais, com base no conhecimento do outro. Se por um lado o especialista coloca sua experiência a serviço do mentorado, ele também atualiza o mestre com novas vivências e a aplicações práticas.

Aumento da satisfação no trabalho

Após um processo de mentoring, o Pedro, personagem do nosso exemplo que estava a ponto de repensar se a promoção havia sido de fato uma boa, certamente mudou de ideia. Afinal ele entendeu como executar a função, reduziu a taxa de erros, se arriscou menos em atitudes e empreendimentos que não valeriam a pena. O jovem gestor aprendeu com um profissional C-level como lidar com a diretoria.

Como atitudes semelhantes geram resultados semelhantes. Se assim como Pedro você contratar um mentor, ficará mais satisfeito como trabalho que exerce.

Redução do turnover organizacional

Para a empresa, a mentoria é o fim ou ao menos a atenuação de um dos maiores pesadelos organizacionais: a evasão de bons profissionais.

Afinal, se estão satisfeitos com os resultados que obtém e com a posição que ocupam, os funcionários não procurarão outras oportunidades, tampouco se sentiram tentados por propostas da concorrência.

Network com profissionais da área

Ao possibilitar o intercâmbio entre dois profissionais da mesma área, o mentoring amplia sua rede de contatos e ajuda a localizar novas oportunidades de trabalho e negócios.

A regra aplica se ao mentor e ao mentorado e a toda a rede de contatos que os dois mantém. O especialista pode, por exemplo, indicar um curso de gestão, ou recomendar outros profissionais que mentora para as vagas da sua empresa.

No caso do mentoring interno, o mentor pode ainda apresentar para outros times da empresa os desafios que você enfrenta e que precisam da intervenção de um superior. Da mesma forma, ele pode apresentar ideias de empreendimentos que você tem em mente.

Visibilidade de talentos e competências

A mentoria ainda coloca um holofote sobre seu talento e competências, não apenas para a empresa, mas para todo o mercado. Caso você tenha escolhido um mentor que seja respeitado em seu ramo de atuação o trabalho com ele pode ser um bom adicional em seu currículo.

Desenvolvimento de competências

O mentoring é ainda uma forma de desenvolver competências essenciais para seu desenvolvimento tanto pessoal quanto profissional.

O mentoring é para mim?

Apesar do foco dado à figura do jovem gestor, o mentoring é um processo abrangente, que compreende o desenvolvimento individual, seja ele pessoal ou profissional. Logo, esse modelo é para qualquer pessoa.

Para a Juliana, por exemplo, que acabou de se formar em Direito, mas não consegue passar no Exame da OAB, tampouco no concurso público para Juíza Federal, seu sonho desde o primeiro semestre da faculdade.

Ela pode solicitar o apoio de um concurseiro experiente, aprovado em várias provas. Ele vai dar as orientações essenciais para manter o foco ao longo da preparação e direcionar seus estudos da melhor forma.

O mentoring também é para o Fernando que há anos sonha em conquistar um físico mais saudável e forte, além de se livrar do excesso de gordura. Em síntese, qualquer pessoa que necessite de ajuda para evoluir em algum campo da vida — pessoal, profissional, emocional, físico, espiritual, familiar ou de relacionamentos — pode contar com o auxílio de um mentor.

Como escolher a melhor opção?

Contudo, independentemente de qual seja a área em que você busca um mentor, para obter resultados consistentes, é necessário identificar algumas competências essenciais. Afinal esse profissional será o responsável por dar um norte que o guiará da busca por seus maiores objetivos e da sua empresa.

Para que você tenha sucesso nessa decisão, elencamos algumas perguntas indispensáveis para verificar antes de escolher um mentor.

Seu mentor tem experiência na área?

Como mencionado ao longo do presente conteúdo, a principal característica de um mentor é a experiência. Um profissional desse segmento que não traçou a rota que você pretende iniciar não é capacitado para orientá-lo.

Afinal, como alguém que nunca construiu um negócio pode ajudar um empreendedor iniciante a prever gargalos de produção ou planejar seu pitch para investidores? Como um solteiro convicto pode dar dicas sobre a construção de casamento saudável? As questões valem para qualquer outro caso.

Na entrevista a Exame, Sidnei Oliveira citou o caso mais bizarro que já viu: um homem que ministrava uma mentoria de empoderamento feminino.

O profissional é um case de sucesso no campo de atuação?

Como mencionamos, o mentor contribui com o cliente a partir das suas experiências, sejam elas sucessos ou fracassos. Esses últimos podem até ser mais pedagógicos que os primeiros.

Entretanto, caso ele tenha de fato aprendido com os fracassos, deve utilizar o aprendizado para dar a volta por cima e conquistar o sucesso. Como dito por Lao Tsé, “saber e não fazer ainda não é saber”.

Você admira o candidato a mentor como profissional?

O mentoring só surtirá os efeitos esperados se você assimilar e colocar em prática os aprendizados obtidos com o seu mentor. Ainda que você não siga a risca todas as orientações, é preciso ouvi-las com atenção e sempre repensar suas decisões e as atitudes a partir do que foi dito por ele.

Dificilmente você seguirá os conselhos de alguém que você não admira e respeita. Então, leve isso em conta antes de contratar o serviço de mentoria.

O candidato a mentor conta com certificação em mentoring?

Ao contratar um mentor, você deve considerar também se ele se dispõe de formação metodológica e uma certificação na área.

Apesar de ser uma área nova, existem instituições no Brasil, como a Passadori Educação em Comunicação, que orientam a postura dos mentores durante o trabalho. Essas instituições indicam e fornecem ferramentas e metodologias adequadas às melhores práticas internacionais.

Por isso, verifique se seu mentor conta com certificação e qual instituição reconhece as habilidades dele como profissional do desenvolvimento humano.

Ele respeita suas decisões?

Por fim, após iniciar a mentoria, verifique como o mentor responde a seus questionamentos e decisões. Ele está realmente disposto a ouvir e apresentar orientações personalizadas para o seu caso?

Caso a resposta seja negativa e o mentor entregue uma avalanche de soluções prontas, como uma receita de bolo, considere trocar de profissional. Afinal só está apto a aconselhar e orientar quem está disposto a ouvir. Comunicação deve ser sempre o resultado de uma relação de troca e partilha.

Em síntese, o trabalho do mentor consiste em estimular o mentorado a atingir objetivos que ele próprio já conquistou. Por meio da experiência adquirida após conquistar um objetivo, o mentor pode aconselhar e orientar o mentorado. Dessa forma o cliente desenvolverá habilidades e tomar decisões mais eficazes que reduzam seus erros e ampliem seus resultados.

Existem diversas formas para prestação dessa mentoria que pode ser exercida por um profissional especializado, ou executivo da sua própria empresa. O processo pode ainda ser realizado de maneira horizontal ou online.

Entretanto, para que se conquiste os objetivos almejados com um mentor é preciso que ele tenha experiência na área, conte com certificações em mentoria e esteja disposto a ouvi-lo, e não apenas entregar soluções prontas.

Se após a leitura deste conteúdo você está convencido de que o mentoring pode ser uma opção viável para impulsionar seus resultados e levá-lo ao próximo nível da sua carreira, fale com a Passadori Educação e Comunicação e alcance outro nível de excelência.

 

Falta de comunicação e de engajamento da equipe, turnover elevado e E-NPS com notas ruins são desafios comuns enfrentados pelas empresas e suas respectivas áreas de Recursos Humanos. Porém, ao realizar uma avaliação de performance, é possível solucionar esses problemas.

É por meio dela que a companhia conseguirá tanto identificar os pontos fracos dos funcionários e reconhecer os positivos, quanto ajudá-los a se desenvolverem. Engana-se quem acredita que o benefício é apenas para o colaborador.

De fato, como consequência, todos ganham: o profissional tem a oportunidade de evoluir e melhorar o desempenho e a companhia. Por outro lado, corrige os erros, amplia a produtividade da equipe, coloca todos na mesma página e aumenta os resultados.

Mas, como obter esses benefícios? A seguir, elaboramos dicas sobre como identificar os pontos fracos dos funcionários, enaltecer os fortes e a melhor maneira de investir no desenvolvimento deles. Acompanhe abaixo e boa leitura!

Conheça 5 dicas para identificar pontos fracos

Uma boa avaliação de performance deve ser capaz de determinar de forma clara quais são os pontos fracos dos colaboradores. Porém, como efetivamente fazer isso? A seguir, confira 5 dicas que o gestor e o setor de RH precisam colocar em prática.

1. Observe o funcionário

Em primeiro lugar, é necessário observar o funcionário com muita atenção. Isso significa verificar se ele cumpre as funções para quais foi designado, se chega no horário certo, se demonstra interesse no trabalho, entre outros aspectos.

Além disso, procure descobrir o grau de comprometimento e envolvimento dele com as tarefas e com o ambiente de trabalho. Assim, será possível determinar especificamente em que ele falha, e elaborar estratégias para corrigir os pontos fracos.

2. Dê oportunidade para novos desafios

Depois de observá-lo, ofereça novos desafios para o colaborador, pois essa é uma das maneiras de avaliar como ele utiliza as próprias habilidades em situações mais complexas.

O desempenho pode surpreender de forma positiva, mas, obviamente, ele poderá cometer uma série de erros. No entanto, ficará, dessa forma, mais fácil identificar as fraquezas que deverão ser corrigidas.

3. Estimule a autoavaliação

Em muitos casos, o funcionário não consegue perceber os próprios pontos fracos. Por esse motivo, estimule a autoavaliação, pois ela é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento profissional.

Uma maneira simples de fazer isso é reservar um momento para que ele possa falar sobre quais são os aspectos que poderia desenvolver em si e de que forma os melhorar. Isso permite ao gestor entender como o próprio funcionário se vê e orientá-lo quanto ao desenvolvimento de pontos positivos.

4. Converse sobre os pontos fracos

Também é importante criar oportunidades para uma conversa franca sobre os pontos fracos do colaborador. Nem sempre é fácil apontar os aspectos negativos no outro, mas evitar isso pode provocar grandes problemas dentro da empresa.

No entanto, conduza a conversa utilizando uma comunicação não violenta. Para colocá-la em prática, diga de forma clara e positiva quais são as necessidades da companhia, os motivos pelos quais elas não foram atendidas e quais as atitudes esperadas para reverter a situação.

5. Passe bem o feedback

Finalmente, passar um bom feedback pode ser um aliado tanto para identificar, quanto para melhorar os pontos fracos dos funcionários. Ele deve ser feito de forma periódica e com bastante profissionalismo, mas sem transmitir juízo de valor. Afinal, o objetivo dele não é julgar conduta, mas sim ampliar os resultados do time.

Além de servir para pontuar os aspectos que precisam ser melhorados, o feedback também deve ser usado para motivar a equipe. Portanto, é necessário ressaltar o que o colaborador fez de positivo e encorajá-lo a fazer mais.

Saiba como valorizar os pontos fortes

Você deseja montar uma equipe de alta performance? Então, valorize os pontos fortes de cada funcionário. Identificar, comunicar e corrigir os aspectos negativos de cada um deles é necessário, mas não esqueça de reforçar o que foi feito de positivo.

Em um feedback, por exemplo, comece elogiando as atitudes positivas. Procure fazer isso também em reuniões, tanto de forma individual quanto coletiva. Durante o dia a dia de trabalho, demonstre como o profissional é importante para a empresa.

Bonificação, prêmios e aumento são outras formas de valorização do funcionário que devem ser consideradas. Se não for possível o reconhecimento financeiro, ofereça cursos de capacitação ou treinamentos especializados para que o colaborador possa ampliar seus conhecimentos.

Por fim, lembre-se que cada pessoa tem habilidades próprias e uma capacidade única para desenvolvê-las. Em vez de perder integrantes da equipe, procure entendê-los e crie estratégias para reter talentos. Com isso, eles se sentirão valorizados e a empresa passará a gastar menos por conta da alta rotatividade.

Descubra como impulsionar o desenvolvimento do colaborador

Depois de entender como identificar os pontos fracos e saber reconhecer os aspectos positivos, é preciso ainda impulsionar o desenvolvimento do funcionário. Treinar os colaboradores é uma maneira muito vantajosa de fazer isso.

Com os treinamentos especializados, a companhia pode moldá-los de acordo com as próprias necessidades, melhorar o desempenho e, consequentemente, ampliar os resultados do negócio. Sem contar que esse é um grande estímulo para o profissional evoluir, aprender e ter mais vontade em permanecer no trabalho.

Existem uma série de instituições que oferecem serviços específicos para o bom desenvolvimento da equipe. A Passadori, por exemplo, é especializada na realização de cursos de performance in company, de acordo com as necessidades dos times de cada empresa.

Comunicação verbal, atendimento ao cliente para call center e liderança estratégica são alguns dos treinamentos oferecidos. Todos eles são focados no desenvolvimento humano e personalizados para atender a realidade de cada organização.

Com mais de 30 anos de experiência, a Passadori já capacitou mais de 100 mil profissionais de inúmeras empresas brasileiras. Ela tem como objetivo oferecer soluções inovadoras para empoderar as pessoas através do desenvolvimento de diversas habilidades comunicativas.

Ficou interessado e quer saber mais sobre o nosso trabalho? Então, entre em contato agora mesmo e descubra como elaborar uma avaliação de performance de qualidade e ampliar de forma significativa a produtividade dos colaboradores! Você vai se surpreender!

Neste texto, você encontrará um guia sobre autoconfiança. Discutiremos o que significa essa ideia, qual é o seu valor no mundo do trabalho e, a partir disso, ensinaremos maneiras práticas de melhorar esse traço.

Trata-se de uma característica fundamental para nos desenvolvermos enquanto indivíduos, além de ser uma exigência primordial para qualquer profissão. Como anda sua autoconfiança? Será que você consegue transmitir esse sentimento no ambiente de trabalho? Existem maneiras práticas de melhorá-la?

Até o fim da leitura você terá essas e outras perguntas respondidas e estará um passo mais próximo de ser um profissional ideal para o mercado. Vamos lá?

1. O que é autoconfiança?

É a característica que diz respeito à nossa capacidade de acreditar em nós mesmos, que nos impulsiona para seguir adiante e realizar novos feitos. É só a partir dessa segurança que conseguimos nos estabelecer enquanto indivíduos e avançar nas etapas da vida.

Podemos descrevê-la enquanto um traço que está intimamente ligado à autoestima, ambas relacionadas à percepção que temos de nós mesmos. Portanto, esse fator acaba sendo um indicador dessa capacidade de crescer e realizar novas conquistas.

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Pense nas pessoas autoconfiantes que conhece. Certamente a maior parte delas têm também outras características que você admira. Isso não acontece por acaso, não se trata apenas de uma imagem. Quem tem segurança em suas capacidades também têm mais facilidade para fazer acontecer no mundo

2. Qual a importância da autoconfiança no mercado de trabalho?

Desnecessário dizer que essa é uma característica buscada em qualquer espaço de trabalho. Se coloque no papel de um profissional responsável pela contratação na empresa, que tipo de funcionários você gostaria de ter em sua instituição? Sem dúvidas alguém que tivesse confiança em si mesmo, e que também transmitisse esse sentimento ao cliente.

Em um mundo cada vez mais competitivo, acreditar em si mesmo torna-se uma necessidade geral. Para além das questões da competição e da produtividade, é importante que o membro de qualquer instituição tenha convicção de que consiga levar a si mesmo e seus colegas de equipe adiante.

Por outro lado, a construção da autoconfiança também envolve compreender suas dificuldades e limitações e agir a partir delas. Um funcionário que acredita ser capaz de realizar qualquer tarefa sem falhas, na verdade, tem problemas de autoconfiança. Mantenha esses pontos em mente e trabalhe sempre em direção a mostrar de maneira segura os resultados de seu trabalho.

3. É mesmo possível aprimorar a autoconfiança?

Existem inúmeras maneiras de aperfeiçoar esse traço em si mesmo. É possível desenvolver desde ações práticas, voltadas para o cotidiano, quanto medidas que visam efeitos a longo prazo, mais duradouras.

O primeiro passo aqui é entender que sua personalidade não é algo permanente e imutável. Algumas pessoas não acreditam ser capazes de evoluir enquanto sujeitos da sua própria história, compreendem-se como estagnados em uma personalidade limitante.

Na verdade, isso é um engano da percepção. Estamos o tempo inteiro nos transformando, de forma que é possível sim mudar hábitos e compreensões de mundo. Acreditar que somos eternamente os mesmos indivíduos pode, até mesmo, ser uma forma de sabotar sua segurança interna.

4. Como você transmite aos outros o sentimento de autoconfiança?

Um dos elementos determinantes para qualquer ambiente de trabalho é a questão da comunicação. Pare um minuto e responda à pergunta título da seção. Será que tem conseguido mostrar aos seus colegas e gestores suas reais capacidades e potencialidades?

Às vezes estamos tão ensimesmados, mergulhados em um mundo interno, que não percebemos que estamos transmitindo ao outro uma imagem distorcida de nossas potencialidades. Você certamente sabe mais sobre si mesmo do que qualquer outro, então pense bem na forma como se comunica no mundo.

Da mesma forma, algumas pessoas tendem também a levar ao outro um sentimento exacerbado de confiança, que pode até mesmo intimidar ou constrangê-lo Todos as pessoas são falhas e passíveis de erro. Tentar manter a todo custo a imagem de alguém invencível pode ter resultados catastróficos.

Existe uma medida adequada entre conquistar a confiança do mundo e também mostrar suas vulnerabilidades. Sempre procure organizar essas medidas em primeiro lugar enquanto as lança ao mundo, entende? Quando conhecemos a nós mesmos, nossas potencialidades e limitações, fica muito mais fácil navegar pelas dificuldades do mar da vida.

Para além de um trabalho pessoal e interno, existem muitas formas de desenvolver essas habilidades de que estamos falando. Saiba que sempre é possível recorrer a um profissional qualificado para trabalhar isso tudo com você. É isso que abordaremos no próximo tópico.

5. Como o coaching e a terapia podem ajudar?

O coaching e a terapia com psicólogo são duas formas excepcionais de construir sua autoconfiança. Existem muitos aspectos pessoais que podem ser trabalhados com esses métodos, e a questão da confiança é um dos principais. Esses são espaços em que um profissional qualificado poderá ter um olhar sobre seus problemas e elaborar com você maneiras cabíveis de solucioná-los.

Alguém poderia dizer: “Mas um amigo ou familiar não poderia fazer a mesma coisa?”. A resposta é não. Um dos aspectos mais importantes desse trabalho é o fato de se tratar de uma pessoa externa ao seu convívio e com um compromisso ético de sigilo. Isso quer dizer também que tudo o que será dito nesses espaços dirá respeito apenas ao profissional e seu cliente.

Tudo isso é fundamental para criar um espaço no qual, de fato, você possa trabalhar seus medos e anseios, sem julgamentos e cobranças negativas.

6. Conheça 2 livros para aprimorar a autoconfiança

Qual foi o último livro que leu? Não adianta querer evoluir enquanto indivíduos se não nos esforçamos verdadeiramente nesse sentido. Uma das maneiras mais eficazes de fazer isso é com o hábito da leitura.

6.1 Geração de Valor: Compartilhando Inspiração — Flávio Augusto da Silva

Nesse livro, que consta já algum tempo entre os mais vendidos do país, o empresário Flávio Augusto discorre sobre as formas que encontrou para crescer enquanto indivíduo e empreender até atingir o mercado internacional com grande impacto.

Ele atualmente é um dos empresários mais bem-sucedidos do país, atuando já há muito tempo em áreas diversas. Obteve muito sucesso no segmento dos cursos de idiomas inicialmente, mas hoje é dono de um time e um estádio de futebol nos Estados Unidos.

Além disso, Flávio é responsável também pela formação de inúmeros empresários com a marca Geração de Valor. Esse é um projeto ainda existente de produção de material e estudos de caso de grandes empreendedores.

Todos esses pontos fazem desse livro uma ótima fonte de inspiração para desenvolver a autoconfiança. Mesmo que o seu intuito não seja se tornar um empreendedor, saiba que é possível aplicar essa mentalidade nos mais diversos âmbitos de sua vida pessoal e profissional.

6.2 Ikigai: Os segredos dos japoneses para uma vida longa e feliz — Héctor García, Francesc Miralles

Esse volume fala sobre a filosofia Ikigai, um conceito japonês que diz respeito à forma como aproveitamos nossa vida. É um conceito que tem se propagado nas mais diversas escolas de pensamento sobre trabalho e desenvolvimento pessoal.

É um livro que também consta entre os mais vendidos do país atualmente. Se baseia em um conceito da tradição japonesa que propõe uma outra visão sobre a forma como enxergamos o mundo e o trabalho. Ikigai é a ideia de fazermos na vida aquilo que realmente devemos fazer — remete à busca de uma missão e de um sentido próprio.

A filosofia promove a noção de equilíbrio para a vida pessoal. Para sermos realizados, precisamos fazer o que nos faz felizes de verdade. Parece até estranho falar disso em uma realidade como a nossa, entretanto saiba que é possível fazê-lo de diferentes formas.

Ainda que seja bem remunerado em sua profissão, você provavelmente não se sentirá realizado se trabalha com algo que está muito distante do seu desejo. A filosofia Ikigai propõe inclusive que, aquele que faz o que gosta executa sua função com qualidade e empenho.

Essa noção está intimamente ligada a autoconfiança. Primeiro, você deve acreditar que pode ter a vida que almeja. A partir disso, é possível identificar aquilo que realmente te faz feliz e traçar uma linha até esse objetivo.

Quando não temos autoconfiança, não nos enxergamos capazes de alcançar o lugar que merecemos. Ficamos resignados em receber o que o mundo nos oferece e, mesmo se estivermos descontentes, aceitamos aquilo, pois supostamente não poderíamos ter algo melhor.

A filosofia Ikigai, mesmo sendo um conceito milenar, vem trazer uma lição que é necessária a muitos hoje em dia. No mundo em que vivemos, acabamos sendo atropelados com as demandas gerais da sociedade. Existem inúmeras expectativas que deveríamos cumprir, mas que na verdade só nos afastam de nós mesmos.

Esse livro tem ajudado inúmeras pessoas a encontrar sua bússola interna e se guiar por ela. Não é uma tarefa fácil, que possivelmente nunca se realiza inteiramente, mas é uma forma eficaz de começar a buscar aquilo que realmente importa para sua história.

Livros não são a única forma de acesso ao conhecimento. Aqui vão dicas de vídeos que te ajudarão a aprimorar a autoconfiança!

7. Os 2 TED Talks que vão incrementar a autoconfiança

Você já deve ter ouvido falar dos TED talks, são palestras disponibilizadas online sobre uma infinidade de assuntos relevantes para a sociedade e os indivíduos. O mote do site é “ideias que valem a pena serem espalhadas”. Se você acha que a Internet tem apenas conteúdos irrelevantes, dê uma olhada nesse portal e entre em contato com muito material de qualidade disponibilizado gratuitamente.

Selecionamos duas palestras realmente motivadoras, que podem te ajudar bastante a aprimorar sua autoconfiança. Vale a pena conhecê-las!

7.1. O poder da vulnerabilidade

Parece estranho falar de vulnerabilidade quando estamos aqui discutindo autoconfiança. Engana-se quem pensa que uma coisa exclui a outra. Na verdade, a vulnerabilidade é parte essencial dessa construção.

Nessa palestra, Brené Brown discorre sobre esses temas de maneira clara e informativa. Aproveite o conteúdo para repensar a maneira como lida consigo mesmo e a diferença que estabelece entre o tratamento que dá ao outro e o tratamento que dá a si próprio.

7.2. Como construir sua confiança criativa

Essa apresentação parte da ideia que a criatividade pode ser desenvolvida por todas as pessoas. Existe uma espécie de preconceito social que divide os indivíduos entre criativos e não criativos, mas trata-se de uma separação ilusória que será desconstruída aqui. Aprenda com David Kelley a desenvolver sua própria criatividade e leve esse atributo a diversos âmbitos de sua vivência.

8. 3 cursos para desenvolver sua autoconfiança

O Instituto Passadori tem um histórico em aprimorar as habilidades de trabalhadores das mais diversas áreas que estão buscando desenvolvimento pessoal e profissional. Isso se dá por meio de treinamentos de alta performance, ministrados nas áreas de comunicação, desenvolvimento organizacional e relacionamento com o cliente.

Temos excelência em preparar profissionais para se destacar no mercado de trabalho, sendo a autoconfiança um dos quesitos mais importantes a serem trabalhados nessas formações.

Vamos destacar aqui alguns cursos que desenvolvem esse tema de modo que você tenha uma visão geral dos conteúdos mais importantes. São todas formações voltadas para a performance individual, pensados para as necessidades específicas do profissional no contexto do mercado.

8.1 Comunicação Verbal

Como dito anteriormente, a comunicação é um dos pilares de qualquer instituição de trabalho. Mesmo que sua função não envolva contato direto com o cliente, é imprescindível que consiga se expressar, atender e entender bem as pessoas com quem trabalha.

Esse curso serve para tornar sua comunicação mais clara e eficiente, te auxiliando a otimizar todas as interações que possa ter na sua vida profissional.

Nessa formação destacam-se os seguintes pontos:

  • melhora na capacidade de persuasão, tanto com clientes quanto com colegas de trabalho;
  • expansão do poder de síntese e eficiência nas comunicações;
  • desenvolvimento da autoconfiança e simpatia;
  • trabalho em direção a uma personalidade mais cativante e com maior potencial de influência.

Saiba mais sobre este curso aqui.

8.2 Oficina de apresentação em público

Esse é um curso voltado para a habilidade de construir apresentações em suas mais variadas formas. Aqui, aprende-se técnicas que servem a inúmeros fins. Você pode aplicá-las para fazer apresentações para reuniões em equipe ou venda de produto, elaboração de aulas e treinamentos e até mesmo criar esquemas em PowerPoint e afins.

Mesmo que você não tenha que fazer exposições no sentido mais concreto do termo, é provável que se beneficie desse aprendizado, pois somos solicitados o tempo inteiro a nos expressarmos diante das mais variadas audiências. Ter esse domínio pode ser uma mão na roda, te ajudando a tirar o melhor proveito de chances que podem ser únicas em sua carreira.

Outro foco da formação é a questão do medo de falar em público. É um problema que atinge inúmeros profissionais, mas que pode ser facilmente trabalhado a partir da abordagem adequada.

Como destaques desse curso podemos listar:

  • aprender a usar da comunicação não verbal e da expressão corporal como aliadas nas apresentações;
  • aperfeiçoamento das capacidades de comunicação individual;
  • desenvolver a criatividade no uso de recursos audiovisuais

Saiba mais sobre este curso aqui.

3. Comunicação Escrita

Boa parte das comunicações no contexto de trabalho hoje se dão de forma escrita. Com a proliferação dos meios digitais, é cada vez mais comum que equipes de pessoas de diferentes lugares tenham de conversar por escrito para coordenar as ações coletivas.

Além da conversa falada, é necessário que todos os profissionais hoje também tenham domínio e inteligência desses meios, e mais do que o aspecto formal e técnico, existe toda uma etiqueta no universo online. Além disso, saiba que você também será avaliado, mesmo que informalmente, pelas suas comunicações em redes sociais e aplicativos de mensagens.

Muitas vezes, inclusive, esses limites não estão muito claros — de onde termina o trabalho e inicia a vida social. Apesar das dificuldades, essa é a realidade de trabalho que vivemos hoje e precisamos estar adaptados a ela.

A digitalização das formas de comunicação também produziu o efeito de empobrecer nosso repertório linguístico e o uso da linguagem formal da escrita. Mesmo que você consiga se comunicar claramente, em muitos momentos é necessário também uma atenção à maneira correta da escrita. Tal capacidade tem sido cada vez mais rara diante das tecnologias de comunicação online.

Pensando em todos esses aspectos, o Instituto Passadori criou esse curso voltado especificamente para a comunicação escrita. Nele, podemos destacar:

  • aprendizado de técnicas fundamentais para a escrita formal;
  • desenvolvimento de repertório para a escrita de textos empresariais;
  • conhecer as novas regras gramaticais vigentes;
  • eliminar vícios de linguagem decorrentes da comunicação verbal e online.

Saiba mais sobre este curso aqui

9. 2 exercícios práticos que podem ser aplicados no seu dia a dia

9.1 Observe e aperfeiçoe sua linguagem corporal

Um elemento que às vezes menosprezamos, mas que é importantíssimo para a comunicação, é a linguagem corporal. Mesmo que você tenha o conhecimento, possivelmente não será levado a sério caso não demonstre isso com o resto do corpo.

A comunicação não se dá apenas através da fala, todo o conjunto nesse momento importa para a mensagem final que será transmitida. Até mesmo a questão do olhar é importante: se você fala desviando o olhar o tempo inteiro de sua audiência, possivelmente será lido como um sinal de falta de confiança.

O problema é que esses são traços muito automáticos de nosso comportamento, que tendem a passar despercebidos por nós mesmos. A dica aqui é que você primeiro observe a forma como tem se comunicado: como está o seu gestual? Você movimenta demais as mãos? Ou fica parado demais enquanto fala? Será que você está pronunciando as palavras com convicção?

A observação ajuda-nos a conseguir treinar mudanças naquilo que consideramos pouco eficaz na sua linguagem corporal. É difícil mudar certos hábitos, mas é possível sim ter mais eloquência e confiança na comunicação. Tudo depende de sua observação e da prática contínua.

9.2 Treine sua mente e organize seus pensamentos

A mente é um terreno complexo, sobre o qual muitas vezes sentimos que temos pouco domínio. De fato, não é possível domar completamente o cérebro e pensar e sentir apenas aquilo que queremos. Ainda assim, é possível trabalhar sobre esse campo e otimizar nossos pensamentos, produzindo uma vida mais confortável e nos desenvolvendo enquanto indivíduos.

Muitos dos pensamentos que nos assolam são repetitivos e desnecessários, sendo importante que saibamos focar naquilo que realmente é relevante para o contexto presente. Há inúmeros problemas de autoconfiança ligados justamente a esse ponto. Em vez de procurar focar no estudo ou desenvolvimento de habilidades pertinentes para o crescimento, gastamos investimento psíquico demais pensando sobre aquilo que deu errado, tentando entender a avaliação que o outro faz de nós mesmos.

É normal que você sinta dificuldades em simplesmente remover tais pensamentos de sua cabeça. Porém, saiba que existem várias formas de lidar com isso, e uma delas é tentar valorizar a si mesmo. Identificar as vitórias que você já conquistou até chegar aqui, identificar aquilo que você tem de mais valoroso e potencializar esses aspectos.

Para além de um exercício interno de pensamento, lembre-se que o corpo e a mente são intimamente ligados. Portanto, saiba do valor de desenvolver uma atividade física rotineira, ou mesmo de simplesmente se movimentar para afastar essa negatividade de sua mente.

Quando estamos nos sentindo mal, tendemos a permanecer no mesmo lugar, aumentando o ciclo de autodepreciação. O importante aqui é que você identifique que tipo de atividade faz realmente bem e recorrer sempre a ela quando estiver se sentindo mal.

A autoconfiança é um traço essencial para o mercado de trabalho. É por meio dela que você chama a atenção para as suas capacidades e pode desenvolver uma carreira de sucesso. Todos os gestores buscam por funcionários que tenham esse recurso e que consigam transmitir isso tanto para os clientes quanto para o resto da equipe.

A própria função de gestor envolve primariamente o elemento da autoconfiança, sendo requisito básico para alguém que almeja ocupar os lugares de liderança. Além da questão do trabalho formal, a autoconfiança é um bem que permite que enxerguemos nosso próprio valor, sendo necessário, inclusive, para nos relacionarmos com nós mesmos de maneira saudável.

Neste texto, falamos de formas diversas de como trazer a autoconfiança para sua vivência. Citamos formatos e práticas bem diferentes: certamente alguma delas pode ser aplicada por você e fazer a diferença em sua rotina de trabalho!

Você pode agora mesmo conhecer maneiras ainda mais aprofundadas de trabalhar esse fator! Entre em contato com nossa empresa e conheça os mais diversos produtos que oferecemos para o desenvolvimento profissional e pessoal!

A imagem profissional que temos possui uma imensa repercussão nas oportunidades que se apresentam e na forma como progredimos em nossa carreira. Ter o respeito e a admiração dos colegas do trabalho facilita a liderança e também abre portas para o desenvolvimento profissional. Por isso, é muito importante estar atento à mensagem que nossas condutas e posicionamentos transmitem.

É muito importante que sejamos capazes de projetar para as outras pessoas uma imagem que seja a representação de nossas ambições. Alguém que não tem interesse em liderar, por exemplo, não precisa exteriorizar competências e formas de agir importantes para essa atividade. Contudo, no caso do profissional que tem interesse em se tornar gestor, é preciso transmitir a imagem de líder.

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Não basta ter habilidades valorizadas para uma determinada função que se almeja, é preciso que essas competências sejam conhecidas e reconhecidas pelas pessoas responsáveis. Apenas assim, projetando uma imagem adequada, o profissional poderá ser indicado para uma determinada função ou terá suas qualidades reconhecidas.

Para criar uma imagem profissional positiva, que ajude a alcançar os seus objetivos e que apresente todas as qualidades que você já tem, é importante ficar atento a alguns aspectos. Não basta ter formação acadêmica, educação, erudição e boa aparência para que se tenha uma boa imagem profissional. Veja como e por que buscar melhorar esse aspecto. Acompanhe!

Imagem profissional e reputação

É sabido que o conhecimento técnico não garante a ninguém uma melhor posição profissional. Este é um elemento muito importante, mas não é determinante, até porque é o mínimo que se espera. Para que se tenha um alto desempenho, é necessário possuir habilidades que vão além do conhecimento específico da área de atuação, como uma boa reputação.

A reputação é compreendida pela forma como os outros percebem uma determinada pessoa, e é comumente associada ao aspecto profissional de nossas vidas. Nossa reputação muitas vezes nos precede, sendo por meio dela que ficamos conhecidos — para o bem ou para o mal. Quando as pessoas falam bem de nós, temos uma boa reputação; quando falam mal, o inverso.

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Ser bem-visto significa que as pessoas percebem características positivas suas e que você as possui acima da média. Quando muitas pessoas concordam acerca das qualidades de alguém, falam sobre ela e esta pessoa passa a ser conhecida por estas qualidades, é inegável que isso tem um reflexo positivo em sua vida profissional.

É desejado que um bom profissional, alguém que busca ocupar cargos de liderança, seja conhecido por qualidades inerentes a esta posição. É preciso grande dedicação e constância, além da habilidade desta pessoa de demonstrar as suas qualidades e habilidades quando requeridas, para que sua vida profissional seja alavancada.

A importância da comunicação

Nada supera a habilidade de se comunicar para a criação de uma boa imagem profissional. É por meio dela que você transmite aos outros as suas melhores qualidades, seja de forma direta ou indireta. Quando temos a intenção de explicitar um determinado ponto, e fazemos isso conscientemente, estamos nos comunicando de forma direta.

Por outro lado, somos percebidos pelos outros e comunicamos também passivamente, em nossas atividades e atitudes cotidianas. A comunicação acontece o tempo todo durante as interações humanas e é por meio dela que os outros nos conhecem. A maneira como nos apresentamos e o que dizemos e fazemos são determinantes na vida profissional.

Se comunicar bem significa possuir a habilidade de se expressar com clareza e fluidez, de forma interessante para o espectador e demonstrando conhecimento sobre o assunto; significa também ser capaz de compreender o outro. É um processo dialético, no qual é preciso ter a mesma dedicação e competência para entregar e receber.

Na vida profissional, esta característica é determinante porque não se alcança grandes resultados sozinho. O trabalho em equipe é fundamental para o atingimento das maiores metas, e apenas se consegue uma equipe coesa quando se tem uma comunicação eficiente e que favorece a manifestação daquilo que os indivíduos têm de melhor.

Como melhorar a comunicação

Para melhorar a sua comunicação, é fundamental buscar ajuda profissional. O melhor caminho é contar com o apoio e o suporte de pessoas especializadas que conhecem técnicas e que possuem a melhor didática para ensinar você a se comunicar melhor. Existem diversos caminhos e você deve encontrar aquele que melhor se encaixa a suas necessidades.

coaching é um método por meio do qual um profissional especializado guia alguém ou um grupo para que encontrem o melhor entendimento sobre um determinado tema. Essa modalidade é indicada para aqueles que têm um objetivo específico. O coach, ou técnico, será a pessoa que possui o conhecimento e a capacidade de direcionar você ou sua equipe para o melhor caminho.

Você também pode buscar melhorar suas habilidades específicas ou as habilidades da sua equipe. Para isso, é preciso que haja um atendimento individual dedicado, voltado especificamente para você ou para sua equipe. Assim, é possível eliminar um obstáculo que esteja impedindo o atingimento da excelência, sua ou do seu time.

Também é recomendado que se busque sempre o conhecimento e aprimoramento contínuos. Procure frequentar e organizar para o seu time palestras com profissionais de renome, que possuam amplo conhecimento sobre temas interessantes ao seu propósito. Assim, você estará garantindo a atualidade de suas informações, bem como conseguirá o estudo de temas específicos necessários a sua carreira ou sua empresa.

Esperamos que este texto tenha sido útil e que tenha motivado você a buscar melhorar sua imagem profissional. Se comunicar com destreza e qualidade possibilita a expansão das oportunidades no trabalho e, de quebra, melhoram as relações interpessoais fora do ambiente corporativo, trazendo benefícios duradouros em todos os aspectos da vida.

Se você gostou do conteúdo deste texto nos siga no FacebookLinkedIn e Twitter e se inscreva no nosso canal no YouTube. Dessa forma, você ficará por dentro de como melhorar a sua comunicação e não perderá dicas e promoções exclusivas! Garantimos que, ao melhorar a sua comunicação, você será capaz de alcançar objetivos maiores e melhorará vários aspectos da sua vida pessoal e profissional.

Todos os profissionais desejam desenvolver-se na empresa, buscando melhores posicionamentos — e uma promoção no trabalho representa um passo à frente nessa trajetória. No entanto, apesar de desejada, ela não depende exclusivamente da empresa: é fundamental que o profissional demonstre empenho e esforço para alcançar esse objetivo.

Nesse sentido, é importante apresentar características e capacidades para assumir novas responsabilidades. O seu gestor, que estará atento a todas as movimentações, certamente verá suas atitudes positivas com bons olhos, o que contará pontos na hora de decidir quem deve ocupar um cargo de liderança.

Nesse caso, alguns comportamentos são essenciais para que a promoção ocorra de forma natural, à medida que o liderado evidencie as qualificações necessárias à nova posição por meio de ações.

Mas como é possível alçar mais um degrau na carreira? A seguir, você verá 7 atitudes enaltecidas pelas empresas e que podem impulsionar a sua carreira de forma a conseguir a tão sonhada promoção no trabalho. Confira!

1. Ser proativo

Nada mais atrativo aos olhos dos gestores do que um colaborador que se demonstra ativo e solícito, seja no cumprimento de uma função, seja na resolução de uma adversidade ou conflito.

Para isso, tente se colocar à frente do problema, tomando-o para si, ainda que ele não pertença a você, e mostrando que realmente se importa em encontrar uma solução e contribuir com a equipe para pôr fim ao entrave.

Chamar para si a responsabilidade de ajudar é uma atitude muito apreciada pelos gestores, pois, dessa forma, o profissional mostra sinais de liderança e preparação para atividades que demandem maior complexidade e engajamento.

Mostre-se flexível às possíveis mudanças, tanto do processo quanto diante de um problema, e aja com serenidade nessas situações. Lembre-se que, mesmo que você não concorde com determinados acontecimentos, é preciso se moldar a eles.

Portanto, seja proativo, esteja disposto a enfrentar os problemas ao lado da empresa e, com certeza, você se destacará na equipe.

2. Ir além da sua função

Tenha em mente que ir além não significa necessariamente que você deve fazer hora extra no escritório ou assumir o maior número de demandas para se mostrar útil. Na verdade, é muito mais do que isso. É cumprir com a sua função com excelência, de modo a ser exemplo para os colaboradores, tornando-se inspirador perante os colegas.

Além da confiança de outros colaboradores, você será visto com bons olhos pelos gestores, que saberão que podem contar com a sua disposição quando necessário. Assim, não tenha medo de expressar sua opinião a respeito das ações da empresa, mas faça isso de maneira positiva, como sugestões de melhorias no processo.

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Demonstre preocupação com o processo como um todo, procurando soluções que impactem positivamente na rotina. Mostre aos seus líderes que você está disposto a alavancar os negócios, procurando não ficar engessado apenas na sua função.

Tenha interesse pelas demais funções e mais: aprenda com as responsabilidades dos líderes, trazendo os insights para a sua rotina.

3. Saber priorizar tarefas

Organização é a chave para gerenciar as suas atividades e, com isso, o tempo despendido para elas. Estabelecer prioridades dará a você uma visão ampla do processo como um todo e, assim, é mais fácil entender as atividades e cumprir de maneira eficiente todas elas, principalmente as emergenciais.

4. Ter objetivos claros

Antes de procurar uma promoção, é preciso que você tenha clareza em relação às suas expectativas em relação à empresa. Com isso, não tenha receio em ter uma conversa aberta com o seu gestor para que ele compreenda os seus desejos e possa ficar atento às suas atitudes para uma possível promoção.

Deixe claro que você não espera que a ascensão aconteça por conta apenas dos seus desejos, e você se empenhará para alcançar o seu objetivo. Determinação é a palavra-chave nesse momento e o ajudará a focar naquilo que você deseja.

 

5. Procurar se aperfeiçoar

Tanto do ponto de vista técnico quanto do acadêmico, buscar qualificação por meio da educação é uma atitude muito apreciada pelas empresas. Por isso, procure meios para aprimorar a sua área de atuação. Busque por cursos que atendam e possam impulsionar o seu trabalho em busca dos objetivos.

Aposte em cursos que possam dar a você subsídios para alçar novas posições, principalmente do ponto de vista de liderança. Aproveite os ensinamentos para colocar em prática na sua empresa.

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6. Desejar crescimento, não status

Um erro comum cometido por quem busca uma colocação nas posições de liderança é justamente não pensar no seu desenvolvimento profissional, e sim no status que aquela colocação pode dar.

Esse pensamento pode levar você facilmente ao fracasso. Isso porque esse tipo de raciocínio, de querer o poder em vez do desenvolvimento, acarretará em malefícios para a equipe, já que algumas atitudes podem ser vistas como vaidade ou autoritarismo — ou seja, péssimo para o ambiente corporativo.

Portanto, evite que o seu objetivo seja apenas esse, pois geralmente resulta em declínio profissional, ou seja, tudo o que você não quer.

7. Buscar desenvolvimento, não salário

Assim como a questão do status, querer ascender profissionalmente não deve ter como foco apenas um incremento de salário. Lembre-se que, ao subir para uma posição maior na empresa, você terá novas responsabilidades e deve estar motivado para assumi-las.

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O salário até pode ser um fator motivador em um primeiro momento, mas, se você não estiver instigado a enfrentar as dificuldades da nova função, provavelmente se desgastará, o que, ao final, não compensa financeiramente.

Nesse caso, lembre-se que o salário é apenas uma das consequências da promoção, mas não significa, necessariamente, um objetivo a ser alcançado. Afinal, ser feliz no trabalho é o que pode garantir a estabilidade na função, tornando-a prazerosa e incentivadora na corrida pelo desenvolvimento da carreira.

Viu como, com atitudes positivas e incentivadoras, é possível alcançar a almejada promoção no trabalho? Então, comece já a colocar em práticas essas dicas e alavancar a sua carreira!

E você sabia que, para ajudar você nessa jornada, a automotivação e a autoliderança podem ser ferramentas importantes para o crescimento profissional? Então entenda o que é preciso para desenvolver essas habilidades e impulsionar seu trabalho!

O medo de falar em público é uma barreira para a evolução de muitos profissionais. Essa habilidade é fundamental em qualquer carreira, mas, para muitas pessoas, desenvolvê-la parece quase impossível.

Porém, esse temor pode ser superado. Muitas personalidades famosas por suas conquistas conseguiram vencê-lo e tiveram êxito em suas áreas de atuação.

Neste artigo, apresentaremos cinco personalidades que tiveram essa dificuldade e mostraremos como elas lidaram com esse problema e atingiram o sucesso. Confira!

1. Mahatma Gandhi

Com um grande poder de persuasão e uma oratória precisa, Mahatma Gandhi liderou um dos maiores movimentos de independência da história. Entretanto, falar em público nem sempre foi algo fácil para ele.

Formado em direito, na primeira vez que precisou estar em um tribunal ele entrou em pânico e não conseguiu pronunciar uma única palavra. Mais tarde, relatou que na ocasião sentiu tanto pavor que tudo a sua volta pareceu girar.

Gandhi encontrou o incentivo necessário para superar o medo quando decidiu se dedicar a uma causa e desejou profundamente transmitir uma mensagem que considerava muito importante.

Ele colocou seu foco na sua verdade e na quantidade de pessoas que poderiam ser beneficiadas se ele enfrentasse o pânico que tantas vezes havia o impedido de se expressar.

No fim, a dificuldade de comunicação da juventude trouxe uma das maiores qualidades dos discursos de Gandhi, a concisão. No processo de superar seus temores ele teve que aprender a expressar o máximo com o mínimo de palavras, construindo discursos rápidos e certeiros.

2. Warren Buffett

Warren Buffett é uma das pessoas mais ricas e influentes do mundo e, para conquistar o sucesso, precisou ter uma boa oratória, mas teve que vencer os seus medos para conseguir falar em público.

Na universidade tinha receio até mesmo de se apresentar em sala de aula e evitou ao máximo fazer disciplinas que necessitavam que ele falasse em frente aos colegas.

Quando se tornou corretor da bolsa de valores, percebeu que uma boa oratória era essencial para o sucesso da sua carreira e se matriculou em um prestigiado curso sobre falar em público.

Nas aulas ele descobriu que existiam outros profissionais na mesma situação e eles estavam conseguindo superar as suas limitações e ter crescimento profissional. Isso o incentivou a seguir no curso e desafiar os próprios limites.

 

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3. Thomas Jefferson

Thomas Jefferson foi o terceiro presidente dos Estados Unidos e uma das figuras mais importantes do país, mas as suas dificuldades de se expressar diante do público eram notórias e ficaram registradas em diversos documentos.

Os relatos sobre o pânico de falar em público de Jefferson, presentes em biografias e registros históricos, são tão assustadores que psiquiatras de universidades americanas consideraram que ele sofria de sociofobia.

Entre os registros analisados estão depoimentos, por exemplo, de John Adams, o segundo presidente dos Estados Unidos, que disse que durante o tempo que esteve no congresso com Jefferson, o colega era alguém de poucas palavras.

Oficialmente, nos oito anos como presidente, Thomas fez apenas dois discursos públicos e relatos mostram que o tom de voz empregado era tão baixo que as palavras eram quase inaudíveis.

Os documentos não mostram se Thomas superou o seu medo de falar em público, mas fica claro que ele precisou enfrentá-lo em diversas situações e contorná-lo quando necessário.

Para isso, desenvolveu as suas habilidades de escrita e construiu discursos curtos, que transmitiam a mensagem necessária em poucas palavras, evitando a necessidade de ficar muito tempo diante de uma multidão.

4. Abraham Lincoln

Abraham Lincoln foi um dos presidentes mais ilustres dos Estados unidos e teve o seu poder de oratória reconhecido e invejado, mas nem sempre foi assim. Quando começou a ganhar projeção nacional, estar diante de grandes plateias se mostrou uma empecilho para a evolução da carreira política.

Em uma carta escrita em 1860 ele alega se sentir nervoso por ter que falar em público. A confidência foi feita logo depois de Lincoln realizar uma palestra considerada eletrizante na Cooper Union, em Nova York, sobre a difusão da escravidão.

Após o discurso, ele foi visto como uma opção para concorrer a presidência e chamado para falar em Nova Jersey no mês seguinte, mas recusou o convite.

Nesse momento, estar diante do público já não era uma novidade para Lincoln, ele já era conhecido por ter realizado grandes debates nos anos anteriores. Porém, o conteúdo presente na carta indica que a projeção nacional o fez ficar tão desconfortável e ansioso a ponto de recusar uma grande oportunidade.

Mesmo com os temores relatados na carta, Abraham Lincoln se tornou presidente em 1861, superando suas limitações para se tornar um dos líderes mais importantes da história.

5. Joel Osteen

Joel Osteen já foi considerado uma das pessoas mais fascinantes e influentes do mundo. Tudo isso por meio de discursos poderosos diante de milhares de pessoas, transmitidos pela televisão para diversos países.

Ministro de uma das maiores Igrejas dos Estados Unidos, ele nem sempre teve o poder de oratória e a desenvoltura no palco que apresenta em suas pregações.

Osteen tinha 36 anos quando precisou falar para um grande plateia pela primeira vez, ao fazer o seu primeiro sermão e, segundo ele, foi uma experiência assustadora. O que ele não sabia, no entanto, é que isso se tornaria rotineiro.

Após a morte de seu pai, Joel Osteen foi incentivado a continuar o trabalho e se tornar um ministro, dessa forma o homem que até então havia ficado nos bastidores precisou se colocar em frente a milhares de pessoas para transmitir uma mensagem.

Em meio a duras críticas sobre o seu desempenho e comparações com o pai, Osteen precisou superar os seus medos. Para isso ele reprogramou sua mente, transformando os comentários depreciativos em palavras positivas que servissem de incentivo e o ajudassem a ultrapassar a barreira das inseguranças, convertendo as dúvidas em afirmações encorajadoras.

Ter uma boa comunicação verbal é a essência para o êxito profissional e essas personalidades são exemplos de que com motivação, empenho e ajuda qualificada é possível superar o medo de falar em público e alcançar o sucesso.

Gostou de saber como essas personalidades venceram o medo de falar em público? Siga os nossos perfis no Facebook, no YouTube, no Twitter e LinkedIn e fique por dentro das nossas novidades.

 

Durante uma rotina atribulada, é comum que as pessoas “mergulhem” em suas atividades, focando intensamente nas suas tarefas. No entanto, principalmente se você for um líder, é preciso estar alerta para que o relacionamento interpessoal não saia do seu radar.

Afinal, as relações entre os colaboradores, que passam grande parte do seu dia convivendo no mesmo ambiente, devem ser as mais harmoniosas e próximas possíveis, evitando ao máximo conflitos dentro do ambiente corporativo.

Para que isso ocorra, é preciso mostrar à equipe, começando por você, as vantagens de se ter bons relacionamentos dentro da empresa, criando um clima de confiança em toda a organização.

Comunicação é tudo

Para começar um processo de diálogo, mais do que demandar tarefas aos colaboradores, é preciso saber comunicar as informações de forma clara e objetiva, tanto as mensagens dos líderes para liderados quanto as de colegas com atividades afins.

Para isso, é preciso que a comunicação seja realizada de maneira coesa, de forma que a equipe compreenda a mensagem para depois executá-la.

Nesse quesito, é preciso ter em mente que o investimento no capital humano da empresa, do ponto de vista das relações humanas, é imprescindível para o bom desenvolvimento dos negócios. Logo, a forma como uma situação ou atividade é comunicada é altamente relevante.

Mas como se sair bem e se comunicar de maneira eficiente? Lembre-se que, mais do que um conhecimento técnico da sua área de atuação, o comportamento e postura diante das situações é fundamental para que líderes e liderados possam entender a mensagem e, ainda assim, desfrutar de um ambiente agradável durante as horas de trabalho.

Portanto, estabelecer a conexão da equipe é essencial para que todos alcancem os objetivos da empresa e caminhem de forma uniforme ao crescimento. Para isso, alguns comportamentos são peças-chave na hora de manter um clima favorável ao desenvolvimento.

Ficou na dúvida por onde começar? Então veja algumas dicas para que você e sua equipe possam desenvolver um bom relacionamento e alavancar a carreira e os negócios!

Tenha empatia

Coloque-se no lugar do outro. Mostre empatia em relação aos sentimentos ou acontecimentos que envolvam os colaboradores. Isso o ajudará a entender mais profundamente a equipe.

Dessa forma, você se coloca a frente das dificuldades do time e pode, junto a ele, encontrar uma solução para o problema enfrentado.

É claro que você não deve se envolver nos problemas pessoais que possam estar afligindo alguns colaboradores. Entretanto, mostrar-se compreensível com a situação vai ajudá-lo a mensurar uma possível queda de rendimento do funcionário e agir de forma a contornar o baixo rendimento de maneira positiva.

Demonstre entusiasmo

Nada mais inspirador do que um líder engajado e comprometido tanto com as atividades quanto com a equipe, não é mesmo?

Portanto, o posicionamento do gestor é crucial para manter a equipe motivada e disposta a alcançar os objetivos.

Para isso, mantenha o bom astral e mostre serenidade diante das dificuldades. Com certeza, a sua equipe será tomada pelo mesmo sentimento e atenderá com satisfação as solicitações feitas a eles.

Ouça os colaboradores

Para manter o bom relacionamento interpessoal, é importante que o líder esteja aberto a ouvir o que a sua equipe tem a dizer.

Isso corre porque, mais do que delegar, o gestor deve ter o total entendimento das atividades realizadas e como a sua equipe desempenha as funções, o que será de grande valia na hora de avaliar os pontos fortes e fracos do processo, atacando os possíveis entraves.

Ouvir o que os colaboradores têm a dizer contribuirá de maneira muito positiva, portanto, deixe aberto esse canal para que o time se sinta à vontade em falar, expor seu ponto de vista e sugerir melhorias.

Incentive o clima agradável

Nada melhor do que ter uma equipe com quem você possa contar. Para isso, manter o clima positivo é uma das chaves do sucesso.

Mas lembre-se que manter o clima positivo não significa fazer piada o tempo todo ou descontrair a ponto de tirar o foco do trabalho. Tente tornar o ambiente menos pesado possível, mas lembre-se que a seriedade no ambiente profissional é requisito para qualquer empresa.

Comemore as conquistas

De nada adianta sobrecarregar emocionalmente a equipe se você também não valoriza as conquistas dela. É importante que os colaboradores se sintam valorizados nas ações responsáveis pelo sucesso da empresa.

Faz parte do relacionamento interpessoal esta troca entre o gestor e sua equipe, portanto, participe das vitórias profissionais do grupo.

Seja humilde

Você pode até saber mais do que o outro ou ter informações mais objetivas sobre determinado assunto, mas não convém se fazer de sabe tudo. Assim, não tente se sobressair aos demais colegas. Deixe que as suas ações falem por si só. Diante do colega, haja de forma natural e emita sua opinião por meio de sugestões.

Dessa forma, sua equipe entenderá e ajudará a quem sabe, aprimorar a sua análise.

Dê feedback

A conversa reservada exclusivamente ao funcionário no momento do feedback é uma ótima oportunidade para estabelecer ou ampliar o relacionamento interpessoal com ele. Aproveite para conhecer mais o seu funcionário, suas rotinas e atividades e, além disso, dê a ele uma avaliação do seu trabalho, incentivando a continuidade dos pontos positivos e sugerindo melhorias quando necessárias.

feedback é importante para que a equipe tenha um alinhamento quanto às expectativas em relação ao seu trabalho, contribuindo para o desenvolvimento profissional.

Respeite as diferenças

Talvez um colaborador tenha um rendimento que você considera como o ideal, mas nem todos apresentarão o mesmo nível de afinidade com as funções desempenhadas. Isso pode gerar uma certa angústia no líder, mas é preciso compreender que cada colaborador tem diferentes aptidões e comportamentos, o que não significa, necessariamente, que ele está certo ou errado.

Por isso, é preciso lidar com as diferenças, não se deixando levar por questões de afinidade ou pré-julgamentos.

Viu como um bom relacionamento interpessoal pode motivar a equipe e alavancar os negócios? Então aproveite essas dicas e as coloque em prática hoje mesmo! Logo você notará a diferença na sua equipe em forma de resultados!

Aproveite a nossa página, também, para aprender a vencer a timidez e se comunicar melhor com a equipe!

 

O Instituto Passadori, por meio do CEO Reinaldo Passadori, realizará no próximo dia 23 de maio, a palestra inaugural Comunicação e Liderança na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). O público alvo do evento é a alta gestão da Fundação São Paulo, mantenedora da PUC-SP, participando os secretários executivos (padres), gerentes e superintendentes.

O objetivo é levar ao público novos olhares sobre esse importante tema, desenvolvendo habilidades, técnicas e estratégias para as mais diversas atuações de um profissional, como por exemplo: reuniões, liderança, negociações, apresentações e relacionamentos. Fato importante é que essa é a primeira vez que PUC-SP contrata um palestrante externo para um evento nesse formato.

A demanda dessa capacitação em relação à comunicação surgiu por solicitação dos secretários executivos da Fundação São Paulo, que ao serem nomeados pelo presidente, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, escolheram alguns temas de palestras para oferecer ao corpo gerencial da Fundação São Paulo.

Dentre as solicitações, encontram-se os temas “Quem não comunica não lidera” e “As 7 dimensões da Comunicação Verbal”. Após uma avaliação das opções foi percebido que os temas comunicação e liderança eram as melhores opções, dando prosseguimento a parceria entre a PUC-SP e o Instituto Passadori.

Veja a programação do evento:

  • 9h30 às 10h00 – Café de boas vindas
  • 10h00 às 12h00 – Palestra sobre Comunicação e Liderança com Reinaldo Passadori
  • 12h00 – Encerramento

Local: Auditório da Fundação São Paulo – 5º andar do Prédio Franco Montoro (Prédio FUNDASP)