Apesar de a maioria das organizações basearem seu trabalho em princípios e objetivos maiores que o lucro, “nada acontece até que uma venda seja feita”. Sem fechar novos negócios e convencer seu público a comprar as ideias e valores que você representa sua empresa rapidamente perderá mercado e colocará em risco a saúde financeira e os empregos que gera. Por isso vender é um pilar central de qualquer organização, para isso é fundamental que seu time conheça e aplique os métodos adequados.

Afinal, essas ferramentas são pilares fundamentais para construir uma argumentação sólida em torno do seu produto, serviço ou ideia, estabelecer um relacionamento com cliente, reduzir os custos e o tempo gasto no ajuste dos termos e, claro, chegar a uma solução rentável em curto e longo prazo.

Por essas razões, o presente artigo apresenta nas próximas linhas uma lista com as principais técnicas de negociação, bem como um breve manual de como desenvolvê-las. Estude com atenção, tome notas e repasse para seu time, assim todos podem se beneficiar dos benefícios das táticas de vendas.

O que são técnicas de negociação?

Apesar do foco da introdução, as técnicas que envolvem os acordos comerciais atingem áreas muito mais amplas que os departamentos de compras e vendas. De fato, esses departamentos têm a negociação como atividade-fim da sua atividade. Porém, todo profissional precisa, em algum momento, negociar com clientes, líderes e colaboradores de modo a obter mais benefícios para si e para os projetos em que atua.

Imagine, por exemplo um gestor de Recursos Humanos que precisa convencer a Diretoria a adotar um novo modelo de contratação e promoções. Logo, ele precisa vender os benefícios desse modelo para a empresa e negociar os métodos de aplicação.

Imagine também um analista de suporte que pretende pedir um aumento e, para isso, tem de apresentar para seu líder o impacto que suas ações causam na empresa. Esses dois são apenas alguns exemplos de técnicas de negociação aplicadas ao âmbito interno de uma organização.

Sendo assim, todo profissional precisa conhecer ao menos o básico das técnicas de negociação, que nada mais são do que ferramentas para aproximar as partes de um acordo, ampliar a chance de fechamento de novos negócios e aumentar os benefícios.

Por que utilizar técnicas de negociação?

Com tudo que foi mencionado acima, você já deve ter percebido com clareza os benefícios dessas técnicas de vendas para uma empresa. Mais que isso, a conclusão é que elas são motores essenciais para impulsionar uma das atividades mais importantes de qualquer organização: a venda.

Contudo, para que você não adie o tempo para implementar essas ações, fique atento às próximas linhas, pois explicaremos os principais benefícios das técnicas de negociação.

Reduzir o tempo de fechamento dos contratos

O primeiro benefício das técnicas de negociação bem aplicadas é uma redução do tempo de fechamento de um acordo. Afinal se o profissional que conduz a negociação é capaz de expor com clareza as informações relativas ao produto, consegue se conectar com as dores do cliente e estabelecer uma relação de confiança — que colocará menos barreiras ao fechamento do negócio.

Ampliar a taxa de conversão dos vendedores

Esse segundo benefício está diretamente ligado a utilização das técnicas de venda. Em um time comercial, é claro a diferença de desempenho entre profissionais que aplicam essas técnicas — mesmo que inconscientemente — e aqueles que não aplicam.

Conquistar termos mais benefícios

Um profissional apto a aplicar as técnicas de vendas listadas neste post é capaz de impor os termos iniciais de uma negociação e de influenciar todo processo de compra, obtendo um resultado final mais benéfico para a parte que representa.

Isso é válido tanto no faturamento a curto prazo quanto na manutenção do cliente ou fornecedor que, ao perceber que fez um bom acordo, dificilmente mudará de parceiro.

Construir relacionamento com os clientes

Por meio das técnicas a serem apresentadas, o vendedor é capaz de aproximar-se dos clientes e leads — contatos de potenciais clientes. Mesmo aqueles que não compram sentem-se seguros para iniciar uma nova conversa com o vendedor e adquirir outro produto da empresa ou aquele mesmo item, mas em um momento posterior.

Aqueles que compraram se sentirão confortáveis para renovar o contrato, comprar o mesmo item novamente ou até adicionar mais produtos àquela oferta, o chamado upsell.

Aumentar o lifetime value dos clientes

Em tradução contextual, lifetime value ou LTV é a métrica que representa todo o valor que o cliente investe em uma empresa durante o tempo em que permanece como consumidor daquela marca.

Apesar de essa não ser uma métrica do time de vendas, a atuação honesta, clara e consciente do vendedor tem impactos diretos no resultado. Afinal, quem gostaria de manter contrato com uma empresa que não inspira confiança?

Quais as melhores técnicas de negociação?

Com os benefícios mais claros, vejamos todas as técnicas de vendas mais utilizadas por profissionais de alto desempenho, bem como uma breve explicação a respeito dessas técnicas.

Compartilhamento de informações

Existe um pensamento comum entre os vendedores e profissionais ligados à área negocial de que é preciso esconder alguns dados, como na expressão popular “manter uma carta na manga”. Em casos, quando se visa uma solução rápida, imediata e não há pretensão de manter um relacionamento posterior com a outra parte, esse pode até ser um recurso válido. Contudo, na maioria dos casos, o hábito de esconder ou omitir informações tende a ser prejudicial para o acordo.

Um profissional de vendas que omite informações sobre taxas, âncora seu valor em preços surreais, ou promete algo que claramente não é capaz de entregar, faz com que seus clientes comecem com um “pé atrás” na negociação.

Por isso é fundamental para que você crie um ambiente de confiança, propício a negociação, seja claro sobre os termos e coloque na mesa tudo que é preciso saber para realizar a compra. Em alguns casos, é válido expor informações pessoais que ampliem sua conexão com o cliente ou justifiquem sua crença no produto.

Tenha um objetivo em mente

Para uma negociação produzir efeitos positivos é indispensável que você tenha clareza dos resultados que espera obter antes mesmo de sentar à mesa com o cliente, fornecedor, colega, gestor ou funcionário.

Entenda os motivos pelos quais você está negociando e qual resposta você almeja obter antes de deixar a mesa. Da mesma forma, é possível visualizar quais são os resultados que o cliente visa a alcançar e quais são seus receios com relação a negociação.

Assim é possível conduzir uma negociação que seja mutuamente benéfica para ambas as partes envolvidas e ampliar as chances de relacionamento a longo prazo.

Rapport

O termo vem da área da psicologia e designa um fenômeno que diz que uma pessoa sente-se mais propensa a confiar em outra quando vê algumas características semelhantes às suas. Isso se aplica tanto na vida pessoal, quando as pessoas buscam afinidades para construir relacionamentos, quanto no comercial — no qual a identificação é um elemento-chave de vendas.

Ciente disso, o bom vendedor busca encontrar os pontos de convergência entre sua vida e a do consumidor em potencial, como blogs e viagens em comum. Da mesma forma, ele observa os comportamentos e palavras recorrentes na fala do cliente e os insere na sua própria postura e vocabulário.

O mesmo vale para a roupa que você usa, o local de negociação e até o meio de transporte que faz parte da sua rotina. Se você vai a uma reunião em uma multinacional com grandes executivos que usam terno, é interesse comparecer dentro do mesmo código de vestimenta. Você pode optar por marcar a negociação em um restaurante ou café que seu cliente frequente habitualmente.

Tome cuidado apenas para não tentar passar algo que você não é ou inventar experiências apenas para se conectar com os clientes. Essas mentiras são rapidamente descobertas e põem fim a relação de confiança e possibilidade de acordo.

Demonstrar confiança

Mais do que demonstrar, é preciso ser confiante na marca ou serviço que você representa. Afinal, se você não é capaz de convencer a si próprio acerca dos benefícios do seu produto e do impacto positivo que ele causará no público-alvo, como será capaz de convencer outras pessoas desse impacto?

Por isso, primeiro estude o produto e ideia que você representa, fortaleça sua crença no resultado que ele produz e estruture argumentos de vendas. Se ainda assim você não acreditar naquilo que representa, será difícil fechar uma venda e o melhor é desistir da negociação e procurar outro produto para trabalhar.

Representando um produto no qual você confia, será preciso desenvolver métodos de comunicação que demonstrem essa confiança. Saiba fazer um bom pitch e crie apresentações que impactem o seu cliente e que não deixem margem para ele sequer pensar em outro fornecedor.

Dar o valor primeiro

Ao contrário do que imaginam alguns profissionais, as principais consultorias da área de vendas demonstram que é muito mais provável conseguir um resultado positivo em uma negociação quando o vendedor ou comprador fornece a primeira proposta.

Muitos têm medo de executar essa técnica por acreditarem que o cliente pode se assustar com o valor inicial muito acima da sua capacidade de compra. Porém, quando você impõe o primeiro valor, as demais propostas tendem a ancorar-se na inicial. Ainda que um negociador mais agressivo peça cinquenta por cento de desconto, a oferta sempre se baseia na primeira cifra.

Apesar da possibilidade mencionada acima, via de regra, os compradores sentem-se constrangidos a colocar na mesa um valor muito abaixo do solicitado. Além disso, caso o consumidor decline da proposta por impossibilidade de realizar o pagamento, provavelmente ele não faz parte do mercado para o seu produto.

O valor da primeira proposta varia conforme o mercado que você atua e a política padrão de descontos. Em um segmento de alimentos, em que as margens são menores, por exemplo, falar em cinco a dez por cento de desconto para compras em volume pode se interessante. No entanto, no mundo da moda e beleza, em que há muito valor agregado, o mesmo número pode parecer insignificante.

Contudo, via de regra, o ideal é começar uma negociação solicitado um valor dez por cento mais vantajoso do que aquele que pretende alcançar. Por exemplo, se você quer vender o trabalho de desenvolvimento e implantação de um software de gestão por oito mil reais, comece pedindo algo em torno de nove mil.

Ouvir contrapropostas

Uma negociação que encerra rápido demais tende a deixar todos um pouco desconfortáveis, descrentes que o valor que obtiveram é o melhor possível, tanto o vendedor quanto o comprador.

O primeiro pode acreditar que o produto que ele representa vale muito mais que o que foi cobrado, por isso o cliente aceitou pagar tão depressa. Por sua vez, o segundo sentirá como se o produto valesse muito menos e, por isso, o vendedor nem mesmo tentou conseguir um valor maior.

Em função disso, é interesse que sua negociação não seja nem muito curta nem demasiadamente longa, e que a outra parte seja capaz de contestar e apresentar propostas alternativas de preço e entregas.

Além disso, a contraproposta demonstra que você possui um interesse genuíno em ouvir a outra parte e está em busca de atingir um acordo que seja mutuamente benéfico.

Utilizar os gatilhos mentais certos

Por fim, poucas ferramentas são tão relevantes no processo de vendas quanto os gatilhos mentais. De acordo com os dados mais recentes da neurociência, apenas uma pequena parte das nossas decisões, inclusive as de aquisição, são tomadas de maneira racional.

A maioria dos nossos impulsos se deve a fatores instintivos e emocionais e existem certos gatilhos que impulsionam essas emoções e ampliam a possibilidade de compra e conexão com o cliente. Esses gatilhos foram descritos de forma mais consistente na obra de Robert Cialdini, As Armas da Persuasão.

Por se tratar de um tema mais complexo e relevante para a prática de vendas, os gatilhos mentais estão reunidos em um tópico à parte.

Como utilizar gatilhos mentais em uma negociação?

Os gatilhos mentais atuam no processo de decisões de maneira rápida e geram uma sensação de urgência e confiança que faz com que o cliente sinta-se confortável para decidir o quanto antes.

Escassez

Um dos gatilhos mais comuns nesse processo, explorado em excesso pela publicidade, é a escassez. Ela pode ser ancorada em diversos elementos da sua oferta e contribuem para que o cliente sinta que precisa tomar essa decisão em poucos minutos, caso contrário, não terá outra chance.

Exemplo disso são os grandes saldões do varejo cujas ofertas são “só amanhã”, na grande black friday, os banners em apartamentos à venda, cujo texto diz “últimas unidades”, ou na fala do corretor que afirma que existem outras pessoas interessadas no imóvel.

Contudo, é preciso ter cuidado: a escassez do produto ou do preço precisa ser real. Caso contrário, quando o cliente perceber a mentira, perderá a confiança em você e na marca — além de prejudicar a estratégia diante de outros consumidores.

Urgência

Apesar de complementares, o gatilho da urgência não se confunde com a escassez. Ao contrário do anterior, essa técnica foca nos impactos positivos que o cliente tem em comprar agora e nos riscos de adiar a aquisição.

Muitos sites, como o Booking e a Amazon, utilizam até um cronômetro para demonstrar o tempo para ativar esse gatilho.

Em estratégias de vendas mais agressivas é possível ver chamadas como estas:

  • “se você tivesse começado ano passado, teria economizado mais de mil reais.”;
  • “começando hoje, você falará inglês antes da Copa.”;
  • “quantas oportunidades você já perdeu por não ter um curso superior?”.

Reciprocidade

Esse gatilho baseia-se na generosidade do seu humano, que tende a retribuir aquilo que recebe. Por isso, antes de tentar vender algo para o seu cliente, sempre ofereça um produto que realmente gere valor para ele.

Observe, por exemplo, que na maioria das lojas de departamento o atendente pergunta como pode ajudá-lo e oferece para pegar uma sacola antes de propor o cartão da loja. Da mesma forma, vendedores de produtos de alto valor se oferecem para pagar almoços e enviam pequenos presentes aos atuais e potenciais clientes.

Autoridade

Esse quarto gatilho diz respeito à necessidade humana de seguir a um líder que admira e respeita. Se você e sua marca demonstram expertise no ramo em que atuam, têm números positivos de faturamento e muitos funcionários, os clientes tendem a reconhecer sua indicação como confiável. Afinal, ele está falando com um expert.

Na Passadori por exemplo, é possível visualizar o currículo e as redes sociais dos especialistas que ministram cursos, palestras e mentorias.

Prova social

Por fim, o último gatilho baseia-se na necessidade de pertencimento dos seres humanos, no impulso para ser aceito e fazer parte de um grupo. Esse recurso faz com que novos compradores confiem na sua marca baseados na aquisição e satisfação de outras pessoas.

Essa é a base para a utilização de depoimentos no discurso comercial de diversas empresas e da exposição dos prêmios e matérias de revista e jornal.

Você pode apropriar-se desse elemento e, durante a conversa com os potenciais clientes, mencionar outras empresas do mesmo setor que estão tendo resultados positivos com a sua empresa ou, até mesmo, prêmios que já recebeu.

Como desenvolver técnicas de negociação?

Como próprio nome já diz, “técnicas” têm mais a ver com o estudo, o treinamento e a experiência do vendedor do que com habilidades inatas. Existem algumas pessoas que têm talentos para se comunicar e criar relacionamentos que corroboram com as atividades de negociação.

Contudo, elas têm pouca efetividade se não estiverem ancoradas em um aprimoramento por meio de estudos e da prática. Veja, então, como você pode aprimorar sua técnica para aumentar sua eficiência em vendas.

Leia livros e participe de treinamentos ligados à área

Você já começou a executar o primeiro passo para aprimorar sua habilidade de vendas ao ler este artigo, afinal, conhecimento é um pilar fundamental. Entretanto, não se limite a esta leitura, leia os principais livros, participe de cursos sobre comunicação e vendas e considere passar por um processo de coach ou mentoria com um profissional mais experiente.

De acordo com a Readiness Group, 65% dos gestores de vendas que obtém mais resultado dedicam pelo menos 30% do seu tempo para fazer coach — número que você também deve considerar.

Conheça seu produto e os principais concorrentes

Para aumentar sua confiança durante a negociação, é indispensável conhecer a fundo seu produto, bem como os do concorrente, e ter na ponta da língua as vantagens da solução da sua empresa em cada aspecto que possa ser interesse do cliente.

Estude sua persona e avalie seu cliente antes de ir para a mesa

Além disso, você só será capaz de entrar em estado de rapport com um prospect quando dedicar tempo suficiente para conhecer ele e suas necessidades.

Por isso, antes de comparecer a uma reunião ou fazer uma ligação de prospecção, acesse as redes sociais do cliente e encontre pontos da sua personalidade que possam criar uma conexão entre você e ele.

Estabeleça seus objetivos e trace um plano da negociação

Lembre-se também de manter o foco na solução que você pretende alcançar do início ao fim da conversa. Saiba qual a resolução almejada e o mínimo que você está disposto a aceitar para fechar contrato.

Avalie os resultados e reveja seu processo

Por fim, após cada reunião ou processo de negociação, faça um breve relatório sobre sua postura e os resultados atingidos. A partir disso, crie um plano de ações para melhorar seu desempenho e garantir um resultado ainda mais benéfico para você e para a empresa.

Em síntese, as técnicas de negociação são ferramentas que auxiliam qualquer profissional na hora de realizar uma venda, uma compra, negociar um aumento ou convencer o líder a apoiar um novo projeto. Utilizar essas táticas amplia as chances de um fechamento. Porém, para desenvolvê-las é preciso dedicação em estudar as técnicas, os produtos, os clientes e rever o processo de vendas.

Todos os profissionais — em algum momento da sua carreira ou até mesmo na vida pessoal — precisarão utilizar técnicas de negociação para conquistar vantagens que o auxiliaram a evoluir nos âmbitos pessoal e profissional. Por isso, é indispensável que você invista nas suas habilidades comerciais. Para isso, fale com um consultor da Passadori e entenda como você pode avançar em seus métodos de negociação.

Você já se viu em uma situação em que estava tentando se encaixar em um padrão imposto?

Vivemos num mundo onde a padronização de comportamentos, atos, falas e rótulos está em alta, ou seja, ou você se enquadra ou uma série de frustrações irão acontecer.

Observamos diversos cursos de liderança no mercado que ensinam modos, formulas e métodos que funcionam para algumas pessoas. Mas acredito que o que faz um bom líder é o que eu chamo de “IIC” que é sua capacidade de Inovar, Inspirar e Criar.

“Na última turma do AT – Autoliderança Transformadora, tivemos um executivo/líder que sofria com problemas de rejeição e mal conseguia falar sobre isso, obviamente, com um clima favorável conseguiu falar, mas não conseguia entender o porquê desse incomodo tão grande…”

Para realizar o “IIC” com sucesso, devemos nos atentar à um processo que o precede, um processo simples, mas que faz toda a diferença, a Autoliderança.

O Processo de Autoliderança é fundamental para qualquer pessoa, mas principalmente para líderes que precisam inspirar outras pessoas. O processo permite conhecer os próprios limites, as pontes mais difíceis de atravessar, as emoções e suas reações, o que elas causam, lhe proporciona o olhar para dentro, conhecer as adversidades que nos acompanham e que nos travam nos momentos mais importantes da nossa vida, tornar consciente os desafios internos (muitas vezes, vivenciadas na infância), possibilita limpezas profundas e mudança de padrão, mas, isso só é possível por meio do processo de ressignificação e perdão.

Para você ter uma ideia de quanto isso é fundamental, na última turma do AT – Autoliderança Transformadora, tivemos um executivo/líder que sofria com problemas de rejeição e mal conseguia falar sobre isso, obviamente, com um clima favorável conseguiu falar, mas não conseguia entender o porquê desse incomodo tão grande, ele realizou uma experiência profunda e conseguiu lembrar de fatos da sua infância onde sempre era interrompido com autoritarismo pelo seu pai, na ocasião era impedido de completar suas ideias e ainda por cima era chamado de “moleque abusado”. Acontece que esse “moleque abusado” cresceu e se tornou um líder, autoritário, somente suas ideias tinham que prevalecer e eram as únicas capazes de solucionar as questões da empresa, por conta deste comportamento, era ignorado e rejeitado pelos pares e subordinados, sua arrogância, não era aceita no dia a dia e muito menos nos momentos de descontração após expediente.

No curso AT, ele tornou consciente esse fato e conseguiu enxergar que estava apenas repetindo um comportamento de uma pessoa importante na sua vida.  E o melhor, conseguiu perdoar seu pai e ressignificar aquele comportamento para que finalmente não se repetisse. Através da sua experiência vivencial, mudou e percebeu o quanto era auto-prejudicial.  Hoje ele é outra pessoa, consegue valorizar o que tem de bom em si e enxergar essa bondade no outro.

Por isso, eu digo, como é fundamental esse autoconhecer, só enxergamos no outro o que temos dentro de nós… E cada vez mais as empresas estão valorizando pessoas com características únicas e que são capazes de inspirar as melhores qualidades em outras pessoas, para que assim a produtividade aconteça naturalmente e a performance sobressaia através da nova energia que irá contagiar todos em sua volta.

 

CONHEÇA O AUTOLIDERANÇA TRANSFORMADORA

 

 

Luciana Passadori é palestrante, especialista em Liderança Intrapessoal, Ser Integral, Qualidade de Vida, Consultora, Colunista da Revista – Setor Recursos Humanos, Terapeuta Familiar – especialista em Reeducação Emocional através da Inteligência Emocional, Advogada com especialização em Direito de Família e em Psiquiatria Forense pelo NUFOR/USP há 20 anos, pós-graduada em Psicologia Transpessoal. Possui formação em Coaching Integrado – Coaching Executivo, Life Coaching pelo ICI Integrated Coaching Institute – Credenciado pelo ICF International Coach Federation, formação em DISC Profiler pelo instituto 3G e ainda, diversos cursos na área de Desenvolvimento Humano, Autoconhecimento e Autoliderança.  É também, especialista e coordenadora do curso Autoliderança Transformadora na Passadori Educação e Comunicação.

Seja qual for sua área, assumir um cargo de gestão não é uma tarefa simples. Abandonar o papel de executor e assumir uma posição em que as pessoas esperam que você as direcione é uma atividade que amedronta até mesmo os mais experientes — e o desafio não encerra por aí.

O gestor precisa encontrar formas eficientes de administrar as tarefas do departamento, motivar seu time, conciliar os interesses da Diretoria à capacidade de produção da equipe, fornecer o feedback e até mesmo demitir. Para executar tudo isso, o apoio de alguém mais experiente faz toda diferença. Por isso o mentoring tornou-se tão popular no Brasil e no mundo.

O processo é similar ao coaching, o mentor, a partir de suas experiências, apresenta dicas, orientações e questionamentos que impulsionam o mentorado a modificar sua postura e assim atingir os resultados que almeja para si e para a organização em que atua.

Para que você também possa usufruir dos benefícios de um mentor, confira este artigo pois, nas próximas linhas, estão descritas a definição clara do que é o mentoring, como ele auxilia na sua carreira e vida pessoal e quais as opções disponíveis no mercado. Leia atentamente, faça anotações e considere contratar um profissional para auxiliá-lo em sua carreira.

O que é mentoring?

Como mencionado na introdução do presente artigo, o mentoring não é um processo de liderança, em que alguém determina o tipo de jornada que você deve seguir para atingir seus objetivos.

Ao contrário, o mentor não impõe verdades: a partir da experiência que obteve ao passar por uma situação semelhante a sua, ele apresenta orientações e questionamentos, que desafiam você e o inspiram a encontrar soluções diferenciadas e específicas para seu caso.

Para tornar mais palpável o papel do mentor, vejamos o caso do Pedro, analista de uma empresa de tecnologia, que, após um ano com excelentes resultados e entregas superiores à média dos colegas, fora promovido a um cargo de gestão em um grande projeto da companhia. Pedro não poderia estar mais empolgado, afinal, aquela promoção era o reconhecimento do trabalho bem feito no cargo anterior.

Contudo, apesar de ser muito produtivo e dominar a linguagem de programação com a qual trabalhava, Pedro não estava preparado para coordenar uma equipe de cinco pessoas e estimulá-las a fazer o mesmo que ele fazia antes da promoção.

O novo líder não sabia como orientar outros profissionais, tampouco cobrar de maneira firme e respeitosa as entregas fora do prazo. Fato que incomodava a diretoria e tirava o sono do gerente novato.

Nesse contexto, a Diretoria decidiu contratar um mentor profissional que, assim como Pedro, anos antes ascenderam de um cargo operacional para uma posição gerencial. O contratado vivenciou os mesmos desafios que Pedro, mas soube transpor as novas dificuldades, tanto que seu departamento entregou os resultados mais expressivos da empresa.

Por isso o mentor foi nomeado Diretor e posteriormente membro do conselho de administração da empresa em que trabalhava na época da promoção.

O mentor reunia-se com Pedro uma vez por mês e o questionava sobre os desafios que ele estava enfrentando no cargo. Ele ouvia atentamente os relatos, fazia questionamentos e apresentava como agiu ou agiria em uma situação semelhante. Ao fim dos encontros, questiona Pedro sobre qual seria a postura ideal no caso em específico.

Nesse exemplo fica claro o papel do mentoring como um momento de consultoria em que alguém mais experiente transfere por meio de questionamentos, dicas e desafios, conselhos relevantes para o mentorado construir um posicionamento consistente e de resultados.

Quais são as diferenças entre mentoring e coaching?

Contudo, apesar da clareza do exemplo, você pode chegar a uma dúvida: qual a diferença entre mentoring e coaching?

Esse segundo processo, mais popular no Brasil, como próprio nome já diz, se baseia na figura do treinador — o coach . Esse profissional utiliza métodos reconhecidos internacionalmente para ajudar o coachee — cliente — a compreender seus objetivos e traçar um planejamento passo a passo para alcançá-los. É como se o coach pegasse na mão do coachee e o levasse até seus objetivos por meio de uma rota estabelecida.

O coach ou treinador, assim como acontece nos esportes, não necessariamente traçou o mesmo caminho e atingiu os objetivos que o coachee almeja. Contudo, como um especialista, ele entende quais são as etapas fundamentais para estruturar um plano e executá-lo, seja qual for a área.

Por outro lado, no mentoring a experiência é um elemento indispensável e o mentor necessariamente tem uma história de sucessos ou mesmo de fracassos por meio da qual pode orientar o mentorado.

Em uma entrevista ao portal da revista Exame, Sidnei Oliveira, consultor e autor do livro “Mentoria: Elevando a maturidade e o desempenho dos jovens”, explica que existem três figuras fundamentais no desenvolvimento humano: o professor, o coach e o mentor. Figuras que podem estar inclusive centradas em uma mesma pessoa.

O professor é alguém que, em um estágio inicial de desenvolvimento, dá uma descrição clara e específica sobre como executar algo, como, por exemplo: olhe para os dois lados, verifique se não está passando nenhum carro, então atravesse a rua.

Já o coach é alguém que acompanha no processo. Ele pega a mão do coachee e, junto com ele, verifica que não existe nenhum carro próximo e só larga pulso do cliente quando ele está do outro da rua.

Por fim, o mentor é o instrutor que atravessa a rua sozinho e do outro lado diz “vem, se eu consegui, você também consegue”.

Ficou mais clara a definição? Caso queira saber mais sobre o desenvolvimento de habilidades leia o artigo da Passadori.

Quais são os tipos de mentoring?

Nesse ponto do artigo, você deve ter a clareza que o mentoring é um processo de orientação e transferência de conhecimento em que um mentor apresenta ao cliente seus aprendizados ao passar por uma situação semelhante àquela em que assessora o mentorado.

No entanto, existem formas diversas de realizar esse processo e, nas próximas linhas, estão dispostas as classificações mais comuns do processo de mentoria. Confira cada uma delas.

Mentoring formal e informal

A primeira e mais óbvia distinção é aquela que existe entre os mentores profissionais e os conselheiros que você adota ao longo da sua vida. No primeiro modelo, mesmo que não haja uma retribuição financeira, existe um ritual padronizado por meio da qual a mentoria é implementada. Um calendário de reuniões, com tempo pré definido e resultados esperados.

Por outro lado, o mentoring informal ocorre quando você encontra alguém dentro da sua empresa ou do seu círculo de relações que está ou esteve em uma posição profissional hierarquicamente superior a sua e está disposto a repassar alguns conselhos com base na própria experiência.

Esse segundo caso aconteceria, por exemplo, caso o Pedro, personagem do exemplo, contasse com o apoio do antigo gestor da área que assumiu. Em algumas reuniões esporádicas ou conversas durante o cafezinho, o antigo gerente apresentaria seus métodos para conduzir a equipe.

Mentoring interno e externo

O mentoring, no caso específico do processo organizacional, pode ser externo ou interno. Um deles caracterizado por mentor e mentorado fazerem parte da mesma empresa e o outro com base em uma figura externa a organização.

Ambos os modelos têm vantagens e desvantagens e é preciso avaliar qual a solução mais adequada para seu contexto profissional.

Por um lado, o mentor interno entende os processos, hierarquias e o modelo de negócios da sua organização com mais profundidade e pode prever entraves da cultura e administração interna a seus objetivos, bem como identificar as oportunidades específicas da sua empresa.

Em lado oposto, o mentor externo consegue olhar para as questões de forma holística e inovadoras e trazer contribuições do mercado diferentes daquelas que estão em vigor na sua empresa hoje. Esse profissional traz ainda a bagagem de outros negócios em que já atuou.

Mentoring horizontal

A relação entre mentor e mentorado pode ser ainda horizontal em que pessoas que vivem o mesmo contexto compartilham as vivências e os resultados sejam eles positivos ou negativos. Eles ainda trocam recomendações sobre como agiriam caso estivessem na função do outro.

Retornando ao caso do analista de tecnologia que fora promovido a gerente, uma possibilidade para a empresa seria constituir um grupo em que ele, juntamente de outros líderes que assumiram a posição recentemente, compartilhasse os aprendizados adquiridos na função.

Um dos pontos mais benéficos desse tipo de mentoria é a relação empática entre os mentorados e mentores que, como partilham do mesmo contexto, tem mais facilidade de se colocar no lugar do outro.

Além disso, por estarem na mesma situação e estágio, todos sentem mais facilidade em expor seus desafios e percalços, sem medos de julgamentos.

Orientação em grupos

A mentoria também pode ser um processo coletivo em que um mentor atua simultaneamente com múltiplos mentorados. Esse processo é muito comum no ambiente digital, em que profissionais de renome em áreas como gestão de pessoas, comunicação corporativa, empreendedorismo e tecnologia criam salas virtuais, nas quais compartilham com a plateia suas experiências, recomendações e respondem às dúvidas da audiência.

Esse tipo de sessão consegue simultaneamente absorver os benefícios de um mentor profissional e da mentoria horizontal, pois, um mentorado aprende com as dúvidas do outro.

Mentoring express

Sem a pretensão de esgotar as possibilidades de mentoring, existe a mentoria expressa. Nesse modelo de orientação, o mentor e mentorado tem um período reduzido de contato, muitas vezes em uma única sessão.

O grande benefício é agilidade, afinal, o mentor precisa em um curto espaço de tempo repassar o máximo conhecimento e, com isso, causa uma transformação grande o suficiente para ampliar a performance do mentorado.

Quais os benefícios do mentoring?

Seja qual for o modelo adotado para o processo, o mentoring tende a fornecer uma série de benefícios para todos os integrantes da relação: mentor, mentorado e empresa.

Confira abaixo os principais impactos de uma mentoria.

Melhoria de desempenho

A primeira e talvez maior expectativa de quem procura um mentor é a melhoria de desempenho, consequência clara da atuação desse especialista. Afinal, um dos requisitos fundamentais para o desenvolvimento de qualquer habilidade, seja ela gerencial ou de execução, é a experiência.

No mentoring você poderá beber de uma fonte com grande experiência para turbinar seu desempenho na carreira.

Redução de erros gerenciais e de operação

Da mesma forma, o mentor com sua expertise adquirida durante os anos de atuação na área, poderá adverti-lo quando você for empreender uma ação que certamente trará impactos negativos.

Claro, você não precisa seguir todos os conselhos do mentor, mas se você apenas se opor a ele quando tiver convicção em uma ação diferente da recomendada, os empreendimentos terão uma taxa de sucesso muito superior.

Partilha de Informações

A essência do mentoring é a partilha e tanto o mentor quanto mentorado acabam evoluindo em sua carreira e habilidades pessoais, com base no conhecimento do outro. Se por um lado o especialista coloca sua experiência a serviço do mentorado, ele também atualiza o mestre com novas vivências e a aplicações práticas.

Aumento da satisfação no trabalho

Após um processo de mentoring, o Pedro, personagem do nosso exemplo que estava a ponto de repensar se a promoção havia sido de fato uma boa, certamente mudou de ideia. Afinal ele entendeu como executar a função, reduziu a taxa de erros, se arriscou menos em atitudes e empreendimentos que não valeriam a pena. O jovem gestor aprendeu com um profissional C-level como lidar com a diretoria.

Como atitudes semelhantes geram resultados semelhantes. Se assim como Pedro você contratar um mentor, ficará mais satisfeito como trabalho que exerce.

Redução do turnover organizacional

Para a empresa, a mentoria é o fim ou ao menos a atenuação de um dos maiores pesadelos organizacionais: a evasão de bons profissionais.

Afinal, se estão satisfeitos com os resultados que obtém e com a posição que ocupam, os funcionários não procurarão outras oportunidades, tampouco se sentiram tentados por propostas da concorrência.

Network com profissionais da área

Ao possibilitar o intercâmbio entre dois profissionais da mesma área, o mentoring amplia sua rede de contatos e ajuda a localizar novas oportunidades de trabalho e negócios.

A regra aplica se ao mentor e ao mentorado e a toda a rede de contatos que os dois mantém. O especialista pode, por exemplo, indicar um curso de gestão, ou recomendar outros profissionais que mentora para as vagas da sua empresa.

No caso do mentoring interno, o mentor pode ainda apresentar para outros times da empresa os desafios que você enfrenta e que precisam da intervenção de um superior. Da mesma forma, ele pode apresentar ideias de empreendimentos que você tem em mente.

Visibilidade de talentos e competências

A mentoria ainda coloca um holofote sobre seu talento e competências, não apenas para a empresa, mas para todo o mercado. Caso você tenha escolhido um mentor que seja respeitado em seu ramo de atuação o trabalho com ele pode ser um bom adicional em seu currículo.

Desenvolvimento de competências

O mentoring é ainda uma forma de desenvolver competências essenciais para seu desenvolvimento tanto pessoal quanto profissional.

O mentoring é para mim?

Apesar do foco dado à figura do jovem gestor, o mentoring é um processo abrangente, que compreende o desenvolvimento individual, seja ele pessoal ou profissional. Logo, esse modelo é para qualquer pessoa.

Para a Juliana, por exemplo, que acabou de se formar em Direito, mas não consegue passar no Exame da OAB, tampouco no concurso público para Juíza Federal, seu sonho desde o primeiro semestre da faculdade.

Ela pode solicitar o apoio de um concurseiro experiente, aprovado em várias provas. Ele vai dar as orientações essenciais para manter o foco ao longo da preparação e direcionar seus estudos da melhor forma.

O mentoring também é para o Fernando que há anos sonha em conquistar um físico mais saudável e forte, além de se livrar do excesso de gordura. Em síntese, qualquer pessoa que necessite de ajuda para evoluir em algum campo da vida — pessoal, profissional, emocional, físico, espiritual, familiar ou de relacionamentos — pode contar com o auxílio de um mentor.

Como escolher a melhor opção?

Contudo, independentemente de qual seja a área em que você busca um mentor, para obter resultados consistentes, é necessário identificar algumas competências essenciais. Afinal esse profissional será o responsável por dar um norte que o guiará da busca por seus maiores objetivos e da sua empresa.

Para que você tenha sucesso nessa decisão, elencamos algumas perguntas indispensáveis para verificar antes de escolher um mentor.

Seu mentor tem experiência na área?

Como mencionado ao longo do presente conteúdo, a principal característica de um mentor é a experiência. Um profissional desse segmento que não traçou a rota que você pretende iniciar não é capacitado para orientá-lo.

Afinal, como alguém que nunca construiu um negócio pode ajudar um empreendedor iniciante a prever gargalos de produção ou planejar seu pitch para investidores? Como um solteiro convicto pode dar dicas sobre a construção de casamento saudável? As questões valem para qualquer outro caso.

Na entrevista a Exame, Sidnei Oliveira citou o caso mais bizarro que já viu: um homem que ministrava uma mentoria de empoderamento feminino.

O profissional é um case de sucesso no campo de atuação?

Como mencionamos, o mentor contribui com o cliente a partir das suas experiências, sejam elas sucessos ou fracassos. Esses últimos podem até ser mais pedagógicos que os primeiros.

Entretanto, caso ele tenha de fato aprendido com os fracassos, deve utilizar o aprendizado para dar a volta por cima e conquistar o sucesso. Como dito por Lao Tsé, “saber e não fazer ainda não é saber”.

Você admira o candidato a mentor como profissional?

O mentoring só surtirá os efeitos esperados se você assimilar e colocar em prática os aprendizados obtidos com o seu mentor. Ainda que você não siga a risca todas as orientações, é preciso ouvi-las com atenção e sempre repensar suas decisões e as atitudes a partir do que foi dito por ele.

Dificilmente você seguirá os conselhos de alguém que você não admira e respeita. Então, leve isso em conta antes de contratar o serviço de mentoria.

O candidato a mentor conta com certificação em mentoring?

Ao contratar um mentor, você deve considerar também se ele se dispõe de formação metodológica e uma certificação na área.

Apesar de ser uma área nova, existem instituições no Brasil, como a Passadori Educação em Comunicação, que orientam a postura dos mentores durante o trabalho. Essas instituições indicam e fornecem ferramentas e metodologias adequadas às melhores práticas internacionais.

Por isso, verifique se seu mentor conta com certificação e qual instituição reconhece as habilidades dele como profissional do desenvolvimento humano.

Ele respeita suas decisões?

Por fim, após iniciar a mentoria, verifique como o mentor responde a seus questionamentos e decisões. Ele está realmente disposto a ouvir e apresentar orientações personalizadas para o seu caso?

Caso a resposta seja negativa e o mentor entregue uma avalanche de soluções prontas, como uma receita de bolo, considere trocar de profissional. Afinal só está apto a aconselhar e orientar quem está disposto a ouvir. Comunicação deve ser sempre o resultado de uma relação de troca e partilha.

Em síntese, o trabalho do mentor consiste em estimular o mentorado a atingir objetivos que ele próprio já conquistou. Por meio da experiência adquirida após conquistar um objetivo, o mentor pode aconselhar e orientar o mentorado. Dessa forma o cliente desenvolverá habilidades e tomar decisões mais eficazes que reduzam seus erros e ampliem seus resultados.

Existem diversas formas para prestação dessa mentoria que pode ser exercida por um profissional especializado, ou executivo da sua própria empresa. O processo pode ainda ser realizado de maneira horizontal ou online.

Entretanto, para que se conquiste os objetivos almejados com um mentor é preciso que ele tenha experiência na área, conte com certificações em mentoria e esteja disposto a ouvi-lo, e não apenas entregar soluções prontas.

Se após a leitura deste conteúdo você está convencido de que o mentoring pode ser uma opção viável para impulsionar seus resultados e levá-lo ao próximo nível da sua carreira, fale com a Passadori Educação e Comunicação e alcance outro nível de excelência.

 

Falta de comunicação e de engajamento da equipe, turnover elevado e E-NPS com notas ruins são desafios comuns enfrentados pelas empresas e suas respectivas áreas de Recursos Humanos. Porém, ao realizar uma avaliação de performance, é possível solucionar esses problemas.

É por meio dela que a companhia conseguirá tanto identificar os pontos fracos dos funcionários e reconhecer os positivos, quanto ajudá-los a se desenvolverem. Engana-se quem acredita que o benefício é apenas para o colaborador.

De fato, como consequência, todos ganham: o profissional tem a oportunidade de evoluir e melhorar o desempenho e a companhia. Por outro lado, corrige os erros, amplia a produtividade da equipe, coloca todos na mesma página e aumenta os resultados.

Mas, como obter esses benefícios? A seguir, elaboramos dicas sobre como identificar os pontos fracos dos funcionários, enaltecer os fortes e a melhor maneira de investir no desenvolvimento deles. Acompanhe abaixo e boa leitura!

Conheça 5 dicas para identificar pontos fracos

Uma boa avaliação de performance deve ser capaz de determinar de forma clara quais são os pontos fracos dos colaboradores. Porém, como efetivamente fazer isso? A seguir, confira 5 dicas que o gestor e o setor de RH precisam colocar em prática.

1. Observe o funcionário

Em primeiro lugar, é necessário observar o funcionário com muita atenção. Isso significa verificar se ele cumpre as funções para quais foi designado, se chega no horário certo, se demonstra interesse no trabalho, entre outros aspectos.

Além disso, procure descobrir o grau de comprometimento e envolvimento dele com as tarefas e com o ambiente de trabalho. Assim, será possível determinar especificamente em que ele falha, e elaborar estratégias para corrigir os pontos fracos.

2. Dê oportunidade para novos desafios

Depois de observá-lo, ofereça novos desafios para o colaborador, pois essa é uma das maneiras de avaliar como ele utiliza as próprias habilidades em situações mais complexas.

O desempenho pode surpreender de forma positiva, mas, obviamente, ele poderá cometer uma série de erros. No entanto, ficará, dessa forma, mais fácil identificar as fraquezas que deverão ser corrigidas.

3. Estimule a autoavaliação

Em muitos casos, o funcionário não consegue perceber os próprios pontos fracos. Por esse motivo, estimule a autoavaliação, pois ela é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento profissional.

Uma maneira simples de fazer isso é reservar um momento para que ele possa falar sobre quais são os aspectos que poderia desenvolver em si e de que forma os melhorar. Isso permite ao gestor entender como o próprio funcionário se vê e orientá-lo quanto ao desenvolvimento de pontos positivos.

4. Converse sobre os pontos fracos

Também é importante criar oportunidades para uma conversa franca sobre os pontos fracos do colaborador. Nem sempre é fácil apontar os aspectos negativos no outro, mas evitar isso pode provocar grandes problemas dentro da empresa.

No entanto, conduza a conversa utilizando uma comunicação não violenta. Para colocá-la em prática, diga de forma clara e positiva quais são as necessidades da companhia, os motivos pelos quais elas não foram atendidas e quais as atitudes esperadas para reverter a situação.

5. Passe bem o feedback

Finalmente, passar um bom feedback pode ser um aliado tanto para identificar, quanto para melhorar os pontos fracos dos funcionários. Ele deve ser feito de forma periódica e com bastante profissionalismo, mas sem transmitir juízo de valor. Afinal, o objetivo dele não é julgar conduta, mas sim ampliar os resultados do time.

Além de servir para pontuar os aspectos que precisam ser melhorados, o feedback também deve ser usado para motivar a equipe. Portanto, é necessário ressaltar o que o colaborador fez de positivo e encorajá-lo a fazer mais.

Saiba como valorizar os pontos fortes

Você deseja montar uma equipe de alta performance? Então, valorize os pontos fortes de cada funcionário. Identificar, comunicar e corrigir os aspectos negativos de cada um deles é necessário, mas não esqueça de reforçar o que foi feito de positivo.

Em um feedback, por exemplo, comece elogiando as atitudes positivas. Procure fazer isso também em reuniões, tanto de forma individual quanto coletiva. Durante o dia a dia de trabalho, demonstre como o profissional é importante para a empresa.

Bonificação, prêmios e aumento são outras formas de valorização do funcionário que devem ser consideradas. Se não for possível o reconhecimento financeiro, ofereça cursos de capacitação ou treinamentos especializados para que o colaborador possa ampliar seus conhecimentos.

Por fim, lembre-se que cada pessoa tem habilidades próprias e uma capacidade única para desenvolvê-las. Em vez de perder integrantes da equipe, procure entendê-los e crie estratégias para reter talentos. Com isso, eles se sentirão valorizados e a empresa passará a gastar menos por conta da alta rotatividade.

Descubra como impulsionar o desenvolvimento do colaborador

Depois de entender como identificar os pontos fracos e saber reconhecer os aspectos positivos, é preciso ainda impulsionar o desenvolvimento do funcionário. Treinar os colaboradores é uma maneira muito vantajosa de fazer isso.

Com os treinamentos especializados, a companhia pode moldá-los de acordo com as próprias necessidades, melhorar o desempenho e, consequentemente, ampliar os resultados do negócio. Sem contar que esse é um grande estímulo para o profissional evoluir, aprender e ter mais vontade em permanecer no trabalho.

Existem uma série de instituições que oferecem serviços específicos para o bom desenvolvimento da equipe. A Passadori, por exemplo, é especializada na realização de cursos de performance in company, de acordo com as necessidades dos times de cada empresa.

Comunicação verbal, atendimento ao cliente para call center e liderança estratégica são alguns dos treinamentos oferecidos. Todos eles são focados no desenvolvimento humano e personalizados para atender a realidade de cada organização.

Com mais de 30 anos de experiência, a Passadori já capacitou mais de 100 mil profissionais de inúmeras empresas brasileiras. Ela tem como objetivo oferecer soluções inovadoras para empoderar as pessoas através do desenvolvimento de diversas habilidades comunicativas.

Ficou interessado e quer saber mais sobre o nosso trabalho? Então, entre em contato agora mesmo e descubra como elaborar uma avaliação de performance de qualidade e ampliar de forma significativa a produtividade dos colaboradores! Você vai se surpreender!

Faltam poucos dias para o segundo turno das eleições presidenciais e o momento é de acirramento político. O problema é que muitas pessoas usam as redes sociais não só para descontração, mas também para emitir opiniões e, pior, partir para agressões.

Um alerta a ser feito é que uma ação que aparenta ser apenas de cunho pessoal pode também prejudicar o campo profissional. Por isso, é importante tomar os devidos cuidados para não deixar que excessos, mensagens e fotos inadequadas prejudiquem sua vida profissional, ou mesmo as relações familiares.

“De acordo com o especialista em comunicação verbal Reinaldo Passadori, para evitar as brigas, não é preciso sair de todas as redes sociais. Em vez disso, ele defende o uso inteligente dessas ferramentas. “Você pode colocar suas ideias, emitir suas opiniões, mas sempre com consciência e com civilidade”, afirma. Veja a seguir algumas orientações do especialista sobre como se comportar nas redes sociais”.

1. Perceba que limites são necessários

É muito simples, no novo mundo online os valores devem ser os mesmos do mundo real. Muitos estão descobrindo essa realidade e acham que não existem leis, contudo, não é bem assim, por isso os cuidados devem ser similares aos que tomamos em nosso dia a dia, nos passeios, no trabalho ou em casa.

2. Foque no positivo

Muitas pessoas debatem o problema dos outros, não seria melhor defender as qualidades do lado que defendem? O recomendável é valorizar e dar foco adequado ao que é positivo e evitar exposições desnecessárias.

3. Evite debates políticos mais tensos e brigas

Não há problema alguma em emitir opiniões, contudo, em tempos de polarização, vemos muitas brigas e exposições desnecessárias. Dificilmente, mensagens em redes sociais mudarão opiniões de pessoas, muito pelo contrário, poderá ser vetor de ódio.

Melhore sua escrita. Conheça a oficina Redação Empresarial!

4. Respire fundo antes de responder

Ao ver uma mensagem, não precisa responder imediatamente, principalmente se estiver nervoso. Por isso, não responda no calor do momento. Uma opção é escrever o que pensa, mas deixar para enviar quando estiver mais calmo, relendo antes de mandar. Na maioria das vezes, você perceberá que a resposta era desnecessária ou descabida.

5. Fuja da fake news

Evite ser um replicador de informações falsas. Nesta época, estão se multiplicando informações que não condizem com a verdade. Por isso, tenha cuidado ao enviar informações. Lembre-se sempre de conferir a fonte e, se for curtir uma página ou participar de uma comunidade, pesquise antes e evite aquelas que incitem o ódio ou o preconceito.

6. Não faça para o outro o que não quer para você

Antes de expor qualquer pessoa, pense bem: como você se sentiria na posição do outro na hora que receber a mensagem? Se a pessoa te ofendeu, uma alternativa pode ser responder a mesma no particular, estabelecendo um limite na exposição.

7. Lembre-se: política passa

Cedo ou tarde, o momento político que estamos vivendo irá passar e teremos de nos adequar a uma realidade definida democraticamente. Sendo assim, pense se vale a pena se desgastar com as pessoas por causa da política. Lembre-se: opiniões podem ser diferentes, sem interferir no afeto.

Fale melhor em público. Conheça a nossa oficina de apresentação!

Estão abertas as inscrições para o novo curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Comunicação e Oratória em parceria com a Unoeste. O programa, pioneiro no país, tem como missão, oferecer aos participantes, importantes conhecimentos e instrumentos necessários para uma comunicação eficaz.

Um dos temas abordados é a revolucionária Metodologia F.A.L.A.R., o aluno também aprenderá técnicas para uma comunicação eficaz, e ainda, aperfeiçoará a sua comunicação em suas várias instâncias, saindo preparado para ministrar aulas, palestras, cursos, workshops e seminários na especialidade de Comunicação Verbal.

O curso proporcionará uma série de benefícios profissionais e pessoais para os participantes e as inscrições podem ser feitas clicando no botão a seguir.

Veja a seguir alguns dos objetivos principais:

  • Capacitar o profissional para realizar apresentações, conceder entrevistas, negociar, liderar, fazer a gestão de pessoas e processos;
  • Identificar e incorporar novas técnicas e práticas que facilitem a relação intrapessoal e interpessoal nas organizações;
  • Contribuir para a formação profissional do aluno a fim de torná-la compatível com o atual mercado de trabalho, que exige além da sólida formação acadêmica e experiência, habilidades em comportamento e comunicação;
  • Apresentar técnicas para o aperfeiçoamento da comunicação oral e da expressividade.

 

A Passadori está cheia de novidades para este fim de ano e mais uma está programada para o próximo dia 06 de outubro: o Workshop Comunique-se em 8X4, que acontece na sede da empresa das 08h30 às 17h30.

É uma grande oportunidade de em um sábado aprender sobre quatro importantes campos do saber relacionados a comunicação com importantes e renomados profissionais. Isso mesmo, o participante terá 8 horas de experiências com 4 profissionais propondo reflexões e mudanças para você alcançar a efetividade na sua forma de se comunicar.

Veja a programação

Reinaldo Passadori

  • Qual é o X da questão!
  • Comunicação e Encantamento

Luciana Passadori

  • Comunicação comigo mesmo
  • Autoliderança
  • Quem eu Sou

Alonso Garrote

  • Comunicação com o outro

André Arcas

  • Storytelling

Duas salas cheias, e cheia de pessoas interessadas em obter conhecimentos, esse foi o resultado da palestra “O Poder da Comunicação”, ministrada por Reinaldo Passadori no dia 18 de setembro na sede da Passadori Educação e Comunicação.

Durante a apresentação os cerca de 80 participantes puderam entender e interagir com importantes conceitos relacionados a comunicação em nossa sociedade atual e como ela pode ser aperfeiçoada e levar a grandes conquistas no campo pessoa e profissional.

“Foi indescritível o sentimento de felicidade ao vermos que tínhamos duas salas lotadas, até por ser uma terça-feira, pois isso nos mostra como as pessoas estão levando a sério a comunicação e seu papel no desenvolvimento profissional e pessoal”, analisou Passadori.

A primeira parte da palestra marcada pelas dimensões da comunicação mostrou como essa ferramenta pode influenciar  tanto consigo mesmo, quanto com o outro, já a segunda parte ficando reservada para dinâmicas e dúvidas.

Essa foi uma das primeiras ações da Passadori em uma nova estratégia que está sendo implantada para mostrar às pessoas a necessidade de aperfeiçoamento nesse importante campo do saber. E outras novidades vêm por aí!

MELHORE SUA COMUNICAÇÃO VERBAL

 

Neste texto, você encontrará um guia sobre autoconfiança. Discutiremos o que significa essa ideia, qual é o seu valor no mundo do trabalho e, a partir disso, ensinaremos maneiras práticas de melhorar esse traço.

Trata-se de uma característica fundamental para nos desenvolvermos enquanto indivíduos, além de ser uma exigência primordial para qualquer profissão. Como anda sua autoconfiança? Será que você consegue transmitir esse sentimento no ambiente de trabalho? Existem maneiras práticas de melhorá-la?

Até o fim da leitura você terá essas e outras perguntas respondidas e estará um passo mais próximo de ser um profissional ideal para o mercado. Vamos lá?

1. O que é autoconfiança?

É a característica que diz respeito à nossa capacidade de acreditar em nós mesmos, que nos impulsiona para seguir adiante e realizar novos feitos. É só a partir dessa segurança que conseguimos nos estabelecer enquanto indivíduos e avançar nas etapas da vida.

Podemos descrevê-la enquanto um traço que está intimamente ligado à autoestima, ambas relacionadas à percepção que temos de nós mesmos. Portanto, esse fator acaba sendo um indicador dessa capacidade de crescer e realizar novas conquistas.

TRABALHE SUA AUTOCONFIANÇA – CONHEÇA O CURSO AUTOLIDERANÇA TRANSFORMADORA

Pense nas pessoas autoconfiantes que conhece. Certamente a maior parte delas têm também outras características que você admira. Isso não acontece por acaso, não se trata apenas de uma imagem. Quem tem segurança em suas capacidades também têm mais facilidade para fazer acontecer no mundo

2. Qual a importância da autoconfiança no mercado de trabalho?

Desnecessário dizer que essa é uma característica buscada em qualquer espaço de trabalho. Se coloque no papel de um profissional responsável pela contratação na empresa, que tipo de funcionários você gostaria de ter em sua instituição? Sem dúvidas alguém que tivesse confiança em si mesmo, e que também transmitisse esse sentimento ao cliente.

Em um mundo cada vez mais competitivo, acreditar em si mesmo torna-se uma necessidade geral. Para além das questões da competição e da produtividade, é importante que o membro de qualquer instituição tenha convicção de que consiga levar a si mesmo e seus colegas de equipe adiante.

Por outro lado, a construção da autoconfiança também envolve compreender suas dificuldades e limitações e agir a partir delas. Um funcionário que acredita ser capaz de realizar qualquer tarefa sem falhas, na verdade, tem problemas de autoconfiança. Mantenha esses pontos em mente e trabalhe sempre em direção a mostrar de maneira segura os resultados de seu trabalho.

3. É mesmo possível aprimorar a autoconfiança?

Existem inúmeras maneiras de aperfeiçoar esse traço em si mesmo. É possível desenvolver desde ações práticas, voltadas para o cotidiano, quanto medidas que visam efeitos a longo prazo, mais duradouras.

O primeiro passo aqui é entender que sua personalidade não é algo permanente e imutável. Algumas pessoas não acreditam ser capazes de evoluir enquanto sujeitos da sua própria história, compreendem-se como estagnados em uma personalidade limitante.

Na verdade, isso é um engano da percepção. Estamos o tempo inteiro nos transformando, de forma que é possível sim mudar hábitos e compreensões de mundo. Acreditar que somos eternamente os mesmos indivíduos pode, até mesmo, ser uma forma de sabotar sua segurança interna.

4. Como você transmite aos outros o sentimento de autoconfiança?

Um dos elementos determinantes para qualquer ambiente de trabalho é a questão da comunicação. Pare um minuto e responda à pergunta título da seção. Será que tem conseguido mostrar aos seus colegas e gestores suas reais capacidades e potencialidades?

Às vezes estamos tão ensimesmados, mergulhados em um mundo interno, que não percebemos que estamos transmitindo ao outro uma imagem distorcida de nossas potencialidades. Você certamente sabe mais sobre si mesmo do que qualquer outro, então pense bem na forma como se comunica no mundo.

Da mesma forma, algumas pessoas tendem também a levar ao outro um sentimento exacerbado de confiança, que pode até mesmo intimidar ou constrangê-lo Todos as pessoas são falhas e passíveis de erro. Tentar manter a todo custo a imagem de alguém invencível pode ter resultados catastróficos.

Existe uma medida adequada entre conquistar a confiança do mundo e também mostrar suas vulnerabilidades. Sempre procure organizar essas medidas em primeiro lugar enquanto as lança ao mundo, entende? Quando conhecemos a nós mesmos, nossas potencialidades e limitações, fica muito mais fácil navegar pelas dificuldades do mar da vida.

Para além de um trabalho pessoal e interno, existem muitas formas de desenvolver essas habilidades de que estamos falando. Saiba que sempre é possível recorrer a um profissional qualificado para trabalhar isso tudo com você. É isso que abordaremos no próximo tópico.

5. Como o coaching e a terapia podem ajudar?

O coaching e a terapia com psicólogo são duas formas excepcionais de construir sua autoconfiança. Existem muitos aspectos pessoais que podem ser trabalhados com esses métodos, e a questão da confiança é um dos principais. Esses são espaços em que um profissional qualificado poderá ter um olhar sobre seus problemas e elaborar com você maneiras cabíveis de solucioná-los.

Alguém poderia dizer: “Mas um amigo ou familiar não poderia fazer a mesma coisa?”. A resposta é não. Um dos aspectos mais importantes desse trabalho é o fato de se tratar de uma pessoa externa ao seu convívio e com um compromisso ético de sigilo. Isso quer dizer também que tudo o que será dito nesses espaços dirá respeito apenas ao profissional e seu cliente.

Tudo isso é fundamental para criar um espaço no qual, de fato, você possa trabalhar seus medos e anseios, sem julgamentos e cobranças negativas.

6. Conheça 2 livros para aprimorar a autoconfiança

Qual foi o último livro que leu? Não adianta querer evoluir enquanto indivíduos se não nos esforçamos verdadeiramente nesse sentido. Uma das maneiras mais eficazes de fazer isso é com o hábito da leitura.

6.1 Geração de Valor: Compartilhando Inspiração — Flávio Augusto da Silva

Nesse livro, que consta já algum tempo entre os mais vendidos do país, o empresário Flávio Augusto discorre sobre as formas que encontrou para crescer enquanto indivíduo e empreender até atingir o mercado internacional com grande impacto.

Ele atualmente é um dos empresários mais bem-sucedidos do país, atuando já há muito tempo em áreas diversas. Obteve muito sucesso no segmento dos cursos de idiomas inicialmente, mas hoje é dono de um time e um estádio de futebol nos Estados Unidos.

Além disso, Flávio é responsável também pela formação de inúmeros empresários com a marca Geração de Valor. Esse é um projeto ainda existente de produção de material e estudos de caso de grandes empreendedores.

Todos esses pontos fazem desse livro uma ótima fonte de inspiração para desenvolver a autoconfiança. Mesmo que o seu intuito não seja se tornar um empreendedor, saiba que é possível aplicar essa mentalidade nos mais diversos âmbitos de sua vida pessoal e profissional.

6.2 Ikigai: Os segredos dos japoneses para uma vida longa e feliz — Héctor García, Francesc Miralles

Esse volume fala sobre a filosofia Ikigai, um conceito japonês que diz respeito à forma como aproveitamos nossa vida. É um conceito que tem se propagado nas mais diversas escolas de pensamento sobre trabalho e desenvolvimento pessoal.

É um livro que também consta entre os mais vendidos do país atualmente. Se baseia em um conceito da tradição japonesa que propõe uma outra visão sobre a forma como enxergamos o mundo e o trabalho. Ikigai é a ideia de fazermos na vida aquilo que realmente devemos fazer — remete à busca de uma missão e de um sentido próprio.

A filosofia promove a noção de equilíbrio para a vida pessoal. Para sermos realizados, precisamos fazer o que nos faz felizes de verdade. Parece até estranho falar disso em uma realidade como a nossa, entretanto saiba que é possível fazê-lo de diferentes formas.

Ainda que seja bem remunerado em sua profissão, você provavelmente não se sentirá realizado se trabalha com algo que está muito distante do seu desejo. A filosofia Ikigai propõe inclusive que, aquele que faz o que gosta executa sua função com qualidade e empenho.

Essa noção está intimamente ligada a autoconfiança. Primeiro, você deve acreditar que pode ter a vida que almeja. A partir disso, é possível identificar aquilo que realmente te faz feliz e traçar uma linha até esse objetivo.

Quando não temos autoconfiança, não nos enxergamos capazes de alcançar o lugar que merecemos. Ficamos resignados em receber o que o mundo nos oferece e, mesmo se estivermos descontentes, aceitamos aquilo, pois supostamente não poderíamos ter algo melhor.

A filosofia Ikigai, mesmo sendo um conceito milenar, vem trazer uma lição que é necessária a muitos hoje em dia. No mundo em que vivemos, acabamos sendo atropelados com as demandas gerais da sociedade. Existem inúmeras expectativas que deveríamos cumprir, mas que na verdade só nos afastam de nós mesmos.

Esse livro tem ajudado inúmeras pessoas a encontrar sua bússola interna e se guiar por ela. Não é uma tarefa fácil, que possivelmente nunca se realiza inteiramente, mas é uma forma eficaz de começar a buscar aquilo que realmente importa para sua história.

Livros não são a única forma de acesso ao conhecimento. Aqui vão dicas de vídeos que te ajudarão a aprimorar a autoconfiança!

7. Os 2 TED Talks que vão incrementar a autoconfiança

Você já deve ter ouvido falar dos TED talks, são palestras disponibilizadas online sobre uma infinidade de assuntos relevantes para a sociedade e os indivíduos. O mote do site é “ideias que valem a pena serem espalhadas”. Se você acha que a Internet tem apenas conteúdos irrelevantes, dê uma olhada nesse portal e entre em contato com muito material de qualidade disponibilizado gratuitamente.

Selecionamos duas palestras realmente motivadoras, que podem te ajudar bastante a aprimorar sua autoconfiança. Vale a pena conhecê-las!

7.1. O poder da vulnerabilidade

Parece estranho falar de vulnerabilidade quando estamos aqui discutindo autoconfiança. Engana-se quem pensa que uma coisa exclui a outra. Na verdade, a vulnerabilidade é parte essencial dessa construção.

Nessa palestra, Brené Brown discorre sobre esses temas de maneira clara e informativa. Aproveite o conteúdo para repensar a maneira como lida consigo mesmo e a diferença que estabelece entre o tratamento que dá ao outro e o tratamento que dá a si próprio.

7.2. Como construir sua confiança criativa

Essa apresentação parte da ideia que a criatividade pode ser desenvolvida por todas as pessoas. Existe uma espécie de preconceito social que divide os indivíduos entre criativos e não criativos, mas trata-se de uma separação ilusória que será desconstruída aqui. Aprenda com David Kelley a desenvolver sua própria criatividade e leve esse atributo a diversos âmbitos de sua vivência.

8. 3 cursos para desenvolver sua autoconfiança

O Instituto Passadori tem um histórico em aprimorar as habilidades de trabalhadores das mais diversas áreas que estão buscando desenvolvimento pessoal e profissional. Isso se dá por meio de treinamentos de alta performance, ministrados nas áreas de comunicação, desenvolvimento organizacional e relacionamento com o cliente.

Temos excelência em preparar profissionais para se destacar no mercado de trabalho, sendo a autoconfiança um dos quesitos mais importantes a serem trabalhados nessas formações.

Vamos destacar aqui alguns cursos que desenvolvem esse tema de modo que você tenha uma visão geral dos conteúdos mais importantes. São todas formações voltadas para a performance individual, pensados para as necessidades específicas do profissional no contexto do mercado.

8.1 Comunicação Verbal

Como dito anteriormente, a comunicação é um dos pilares de qualquer instituição de trabalho. Mesmo que sua função não envolva contato direto com o cliente, é imprescindível que consiga se expressar, atender e entender bem as pessoas com quem trabalha.

Esse curso serve para tornar sua comunicação mais clara e eficiente, te auxiliando a otimizar todas as interações que possa ter na sua vida profissional.

Nessa formação destacam-se os seguintes pontos:

  • melhora na capacidade de persuasão, tanto com clientes quanto com colegas de trabalho;
  • expansão do poder de síntese e eficiência nas comunicações;
  • desenvolvimento da autoconfiança e simpatia;
  • trabalho em direção a uma personalidade mais cativante e com maior potencial de influência.

Saiba mais sobre este curso aqui.

8.2 Oficina de apresentação em público

Esse é um curso voltado para a habilidade de construir apresentações em suas mais variadas formas. Aqui, aprende-se técnicas que servem a inúmeros fins. Você pode aplicá-las para fazer apresentações para reuniões em equipe ou venda de produto, elaboração de aulas e treinamentos e até mesmo criar esquemas em PowerPoint e afins.

Mesmo que você não tenha que fazer exposições no sentido mais concreto do termo, é provável que se beneficie desse aprendizado, pois somos solicitados o tempo inteiro a nos expressarmos diante das mais variadas audiências. Ter esse domínio pode ser uma mão na roda, te ajudando a tirar o melhor proveito de chances que podem ser únicas em sua carreira.

Outro foco da formação é a questão do medo de falar em público. É um problema que atinge inúmeros profissionais, mas que pode ser facilmente trabalhado a partir da abordagem adequada.

Como destaques desse curso podemos listar:

  • aprender a usar da comunicação não verbal e da expressão corporal como aliadas nas apresentações;
  • aperfeiçoamento das capacidades de comunicação individual;
  • desenvolver a criatividade no uso de recursos audiovisuais

Saiba mais sobre este curso aqui.

3. Comunicação Escrita

Boa parte das comunicações no contexto de trabalho hoje se dão de forma escrita. Com a proliferação dos meios digitais, é cada vez mais comum que equipes de pessoas de diferentes lugares tenham de conversar por escrito para coordenar as ações coletivas.

Além da conversa falada, é necessário que todos os profissionais hoje também tenham domínio e inteligência desses meios, e mais do que o aspecto formal e técnico, existe toda uma etiqueta no universo online. Além disso, saiba que você também será avaliado, mesmo que informalmente, pelas suas comunicações em redes sociais e aplicativos de mensagens.

Muitas vezes, inclusive, esses limites não estão muito claros — de onde termina o trabalho e inicia a vida social. Apesar das dificuldades, essa é a realidade de trabalho que vivemos hoje e precisamos estar adaptados a ela.

A digitalização das formas de comunicação também produziu o efeito de empobrecer nosso repertório linguístico e o uso da linguagem formal da escrita. Mesmo que você consiga se comunicar claramente, em muitos momentos é necessário também uma atenção à maneira correta da escrita. Tal capacidade tem sido cada vez mais rara diante das tecnologias de comunicação online.

Pensando em todos esses aspectos, o Instituto Passadori criou esse curso voltado especificamente para a comunicação escrita. Nele, podemos destacar:

  • aprendizado de técnicas fundamentais para a escrita formal;
  • desenvolvimento de repertório para a escrita de textos empresariais;
  • conhecer as novas regras gramaticais vigentes;
  • eliminar vícios de linguagem decorrentes da comunicação verbal e online.

Saiba mais sobre este curso aqui

9. 2 exercícios práticos que podem ser aplicados no seu dia a dia

9.1 Observe e aperfeiçoe sua linguagem corporal

Um elemento que às vezes menosprezamos, mas que é importantíssimo para a comunicação, é a linguagem corporal. Mesmo que você tenha o conhecimento, possivelmente não será levado a sério caso não demonstre isso com o resto do corpo.

A comunicação não se dá apenas através da fala, todo o conjunto nesse momento importa para a mensagem final que será transmitida. Até mesmo a questão do olhar é importante: se você fala desviando o olhar o tempo inteiro de sua audiência, possivelmente será lido como um sinal de falta de confiança.

O problema é que esses são traços muito automáticos de nosso comportamento, que tendem a passar despercebidos por nós mesmos. A dica aqui é que você primeiro observe a forma como tem se comunicado: como está o seu gestual? Você movimenta demais as mãos? Ou fica parado demais enquanto fala? Será que você está pronunciando as palavras com convicção?

A observação ajuda-nos a conseguir treinar mudanças naquilo que consideramos pouco eficaz na sua linguagem corporal. É difícil mudar certos hábitos, mas é possível sim ter mais eloquência e confiança na comunicação. Tudo depende de sua observação e da prática contínua.

9.2 Treine sua mente e organize seus pensamentos

A mente é um terreno complexo, sobre o qual muitas vezes sentimos que temos pouco domínio. De fato, não é possível domar completamente o cérebro e pensar e sentir apenas aquilo que queremos. Ainda assim, é possível trabalhar sobre esse campo e otimizar nossos pensamentos, produzindo uma vida mais confortável e nos desenvolvendo enquanto indivíduos.

Muitos dos pensamentos que nos assolam são repetitivos e desnecessários, sendo importante que saibamos focar naquilo que realmente é relevante para o contexto presente. Há inúmeros problemas de autoconfiança ligados justamente a esse ponto. Em vez de procurar focar no estudo ou desenvolvimento de habilidades pertinentes para o crescimento, gastamos investimento psíquico demais pensando sobre aquilo que deu errado, tentando entender a avaliação que o outro faz de nós mesmos.

É normal que você sinta dificuldades em simplesmente remover tais pensamentos de sua cabeça. Porém, saiba que existem várias formas de lidar com isso, e uma delas é tentar valorizar a si mesmo. Identificar as vitórias que você já conquistou até chegar aqui, identificar aquilo que você tem de mais valoroso e potencializar esses aspectos.

Para além de um exercício interno de pensamento, lembre-se que o corpo e a mente são intimamente ligados. Portanto, saiba do valor de desenvolver uma atividade física rotineira, ou mesmo de simplesmente se movimentar para afastar essa negatividade de sua mente.

Quando estamos nos sentindo mal, tendemos a permanecer no mesmo lugar, aumentando o ciclo de autodepreciação. O importante aqui é que você identifique que tipo de atividade faz realmente bem e recorrer sempre a ela quando estiver se sentindo mal.

A autoconfiança é um traço essencial para o mercado de trabalho. É por meio dela que você chama a atenção para as suas capacidades e pode desenvolver uma carreira de sucesso. Todos os gestores buscam por funcionários que tenham esse recurso e que consigam transmitir isso tanto para os clientes quanto para o resto da equipe.

A própria função de gestor envolve primariamente o elemento da autoconfiança, sendo requisito básico para alguém que almeja ocupar os lugares de liderança. Além da questão do trabalho formal, a autoconfiança é um bem que permite que enxerguemos nosso próprio valor, sendo necessário, inclusive, para nos relacionarmos com nós mesmos de maneira saudável.

Neste texto, falamos de formas diversas de como trazer a autoconfiança para sua vivência. Citamos formatos e práticas bem diferentes: certamente alguma delas pode ser aplicada por você e fazer a diferença em sua rotina de trabalho!

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A imagem profissional que temos possui uma imensa repercussão nas oportunidades que se apresentam e na forma como progredimos em nossa carreira. Ter o respeito e a admiração dos colegas do trabalho facilita a liderança e também abre portas para o desenvolvimento profissional. Por isso, é muito importante estar atento à mensagem que nossas condutas e posicionamentos transmitem.

É muito importante que sejamos capazes de projetar para as outras pessoas uma imagem que seja a representação de nossas ambições. Alguém que não tem interesse em liderar, por exemplo, não precisa exteriorizar competências e formas de agir importantes para essa atividade. Contudo, no caso do profissional que tem interesse em se tornar gestor, é preciso transmitir a imagem de líder.

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Não basta ter habilidades valorizadas para uma determinada função que se almeja, é preciso que essas competências sejam conhecidas e reconhecidas pelas pessoas responsáveis. Apenas assim, projetando uma imagem adequada, o profissional poderá ser indicado para uma determinada função ou terá suas qualidades reconhecidas.

Para criar uma imagem profissional positiva, que ajude a alcançar os seus objetivos e que apresente todas as qualidades que você já tem, é importante ficar atento a alguns aspectos. Não basta ter formação acadêmica, educação, erudição e boa aparência para que se tenha uma boa imagem profissional. Veja como e por que buscar melhorar esse aspecto. Acompanhe!

Imagem profissional e reputação

É sabido que o conhecimento técnico não garante a ninguém uma melhor posição profissional. Este é um elemento muito importante, mas não é determinante, até porque é o mínimo que se espera. Para que se tenha um alto desempenho, é necessário possuir habilidades que vão além do conhecimento específico da área de atuação, como uma boa reputação.

A reputação é compreendida pela forma como os outros percebem uma determinada pessoa, e é comumente associada ao aspecto profissional de nossas vidas. Nossa reputação muitas vezes nos precede, sendo por meio dela que ficamos conhecidos — para o bem ou para o mal. Quando as pessoas falam bem de nós, temos uma boa reputação; quando falam mal, o inverso.

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Ser bem-visto significa que as pessoas percebem características positivas suas e que você as possui acima da média. Quando muitas pessoas concordam acerca das qualidades de alguém, falam sobre ela e esta pessoa passa a ser conhecida por estas qualidades, é inegável que isso tem um reflexo positivo em sua vida profissional.

É desejado que um bom profissional, alguém que busca ocupar cargos de liderança, seja conhecido por qualidades inerentes a esta posição. É preciso grande dedicação e constância, além da habilidade desta pessoa de demonstrar as suas qualidades e habilidades quando requeridas, para que sua vida profissional seja alavancada.

A importância da comunicação

Nada supera a habilidade de se comunicar para a criação de uma boa imagem profissional. É por meio dela que você transmite aos outros as suas melhores qualidades, seja de forma direta ou indireta. Quando temos a intenção de explicitar um determinado ponto, e fazemos isso conscientemente, estamos nos comunicando de forma direta.

Por outro lado, somos percebidos pelos outros e comunicamos também passivamente, em nossas atividades e atitudes cotidianas. A comunicação acontece o tempo todo durante as interações humanas e é por meio dela que os outros nos conhecem. A maneira como nos apresentamos e o que dizemos e fazemos são determinantes na vida profissional.

Se comunicar bem significa possuir a habilidade de se expressar com clareza e fluidez, de forma interessante para o espectador e demonstrando conhecimento sobre o assunto; significa também ser capaz de compreender o outro. É um processo dialético, no qual é preciso ter a mesma dedicação e competência para entregar e receber.

Na vida profissional, esta característica é determinante porque não se alcança grandes resultados sozinho. O trabalho em equipe é fundamental para o atingimento das maiores metas, e apenas se consegue uma equipe coesa quando se tem uma comunicação eficiente e que favorece a manifestação daquilo que os indivíduos têm de melhor.

Como melhorar a comunicação

Para melhorar a sua comunicação, é fundamental buscar ajuda profissional. O melhor caminho é contar com o apoio e o suporte de pessoas especializadas que conhecem técnicas e que possuem a melhor didática para ensinar você a se comunicar melhor. Existem diversos caminhos e você deve encontrar aquele que melhor se encaixa a suas necessidades.

coaching é um método por meio do qual um profissional especializado guia alguém ou um grupo para que encontrem o melhor entendimento sobre um determinado tema. Essa modalidade é indicada para aqueles que têm um objetivo específico. O coach, ou técnico, será a pessoa que possui o conhecimento e a capacidade de direcionar você ou sua equipe para o melhor caminho.

Você também pode buscar melhorar suas habilidades específicas ou as habilidades da sua equipe. Para isso, é preciso que haja um atendimento individual dedicado, voltado especificamente para você ou para sua equipe. Assim, é possível eliminar um obstáculo que esteja impedindo o atingimento da excelência, sua ou do seu time.

Também é recomendado que se busque sempre o conhecimento e aprimoramento contínuos. Procure frequentar e organizar para o seu time palestras com profissionais de renome, que possuam amplo conhecimento sobre temas interessantes ao seu propósito. Assim, você estará garantindo a atualidade de suas informações, bem como conseguirá o estudo de temas específicos necessários a sua carreira ou sua empresa.

Esperamos que este texto tenha sido útil e que tenha motivado você a buscar melhorar sua imagem profissional. Se comunicar com destreza e qualidade possibilita a expansão das oportunidades no trabalho e, de quebra, melhoram as relações interpessoais fora do ambiente corporativo, trazendo benefícios duradouros em todos os aspectos da vida.

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